Os 5 vilões na eliminação precoce da Alemanha na Eurocopa

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Desde que os confrontos das oitavas de final da Eurocopa foram definidos, apostamos que Inglaterra e Alemanha fariam um dos duelos mais equilibrados desta fase.

Apesar do primeiro tempo ter sido relativamente balanceado, os comandados de Joachim Löw - que está se despedindo da seleção -, ficaram completamente absortos depois do primeiro gol, anotado por Raheem Sterling. O placar de 2 a 0 ainda teve participação do questionado Harry Kane.

Abaixo, elencamos os cinco principais vilões de eliminação precoce da seleção alemã.

1. As convicção de Joachim Löw

Treinador irá deixar o comando da Alemanha | Anadolu Agency/Getty Images
Treinador irá deixar o comando da Alemanha | Anadolu Agency/Getty Images

Apesar de alguns feitos brilhantes no comando do time nacional, Joachim Löw vinha acumulando certo desgaste depois de tantos insucessos seguidos. O plantel altamente qualificado nesta Eurocopa não deixa outra opção a não ser elegê-lo como principal vilão, afinal, a mescla de jovens talentos com medalhões poderia ter tido resultados mais efetivos.

As mudanças nada pontuais na partida diante da Inglaterra também mostram certa desconexão com seus próprios jogadores. Até porque, mesmo Gnabry passando longe de ser unanimidade, ninguém esperava uma atuação de gala de Timo Werner.

2. Alérgico ao gol: Timo Werner

Werner provou algo que nós sabíamos: ele é inimigo do gol | Catherine Ivill/Getty Images
Werner provou algo que nós sabíamos: ele é inimigo do gol | Catherine Ivill/Getty Images

A sensação de nervosismo toda vez que Timo Werner tocava na bola já é bem conhecida dos torcedores do Chelsea. A temporada de clubes denunciava algo que dificilmente seria encarado como novidade: o centroavante simplesmente não consegue fazer a função mais básica da sua posição. Löw jamais poderá dizer que não sabia dessa característica tão marcante do jogador...

3. Eurocopa x Thomas Müller

Meia-atacante perdeu um gol praticamente feito | JUSTIN TALLIS/Getty Images
Meia-atacante perdeu um gol praticamente feito | JUSTIN TALLIS/Getty Images

Müller é um jogador diferenciado no Bayern de Munique e coleciona algumas boas atuações defendendo as cores da seleção alemã. Contudo, Eurocopa nunca foi e, aparentemente, nunca será o torneio de destaque do meia-atacante. Em sua terceira participação, ele esteve presente em 15 jogos e não conseguiu anotar um mísero gol. Para completar as estatísticas, perdeu um gol praticamente feito contra a Inglaterra, que fatalmente poderia ter mudado tudo.

4. Criação apagada

Depois da atuação individual brilhante contra Portugal, Gosens esteve completamente apagado | Anadolu Agency/Getty Images
Depois da atuação individual brilhante contra Portugal, Gosens esteve completamente apagado | Anadolu Agency/Getty Images

Ponto polêmico desta lista, sobretudo porque estamos incluindo vários medalhões neste tópico. No entanto, a falta de boas chances criadas nos metros finais foi sintomática. Quando a Alemanha mais precisou de alguém para assumir a responsabilidade, vimos uma equipe que trocava passes entre si como se pudesse se dar ao luxo de administrar o jogo.

O apagão depois do gol de Sterling permitiu que a seleção inglesa, que nem estava tão bem assim, deitasse e rolasse para cima de uma defesa exposta. Deixaram a desejar..,

5. Mats Hummels e o desgaste emocional

A boa atuação do zagueiro contra a Inglaterra não apaga as falhas cruciais das rodadas anteriores | Robbie Jay Barratt - AMA/Getty Images
A boa atuação do zagueiro contra a Inglaterra não apaga as falhas cruciais das rodadas anteriores | Robbie Jay Barratt - AMA/Getty Images

Sabemos que estamos falando especificamente da partida entre Inglaterra e Alemanha. Porém, uma queda precoce dificilmente é construída em um único jogo. Neuer e seus companheiros se classificaram no sufoco após empate com a Hungria, sendo que a própria derrota na estreia denotava certo desgaste do grupo.

E, nesse sentido, Hummels possui papel "crucial", afinal, suas falhas anteriores foram determinantes no curso percorrido pelo time nacional. A era de Löw havia chegado ao fim antes mesmo da Euro, e a postura emocional da seleção prova isso.

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