'Orange is The New Black': 5 motivos para entender a importância da série

(Imagem: divulgação Netflix)
(Imagem: divulgação Netflix)

A sétima e última temporada de ‘Orange is The New Black’ chega à Netflix nesta sexta-feira, encerrando o ciclo de uma das produções originais mais representativas da plataforma de streaming.

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Com a premissa inspirado na história real de uma mulher rica que se apresenta à cadeia para cumprir pena por um crime cometido no passado. Dentro da prisão, ela passa a ver a vida de outra forma. Listamos cinco motivos para entender porque a série foi um marco.

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É a produção mais longeva da Netflix

Lançada em julho de 2013 como uma das primeiras produções originais do serviço, apenas alguns meses depois de ‘House of Cards’, é a primeira criação da Netflix a alcançar a marca de sete temporadas. A plataforma, que não costuma divulgar muito os números de audiência, garante que ‘Orange is The New Black’ é sua a série mais assistida: 105 milhões de assinantes viram pelo menos um episódio.

Dancinha do sucesso
Dancinha do sucesso

Exemplo de representatividade feminina

‘Orange is The New Black’ estreou ainda antes das discussões sobre protagonismo feminino tomarem conta de Hollywood. Quando o tema virou obrigatório, a série virou referência de exemplo a ser seguido. Isso porque a criadora Jenji Kohan conseguiu explorar a questão sob diferentes pontos de vista, com mulheres que fogem a qualquer estereótipo.

Diversidade é fundamental na trama

Na história da série, a protagonista Piper (Taylor Schilling) é uma mulher branca, loira e rica num ambiente onde todos os privilégios que sempre teve ficam claros. Ao tomar contato com personagens de outras etnias, ela percebe como a raça pode ser determinante para diversos aspectos sociais. ‘Orange is The New Black’ sempre deu origem para atrizes e personagens lésbicas, negras, latinas, por exemplo, e fez da trans Laverne Cox uma estrela mundial, a ponto de ser capa da revista norte-americana Time.

A atriz Laverne Cox, que interpreta a personagem Sophia Burset
A atriz Laverne Cox, que interpreta a personagem Sophia Burset

Discute o sistema prisional dos EUA

As burocracias e injustiças das cadeias norte-americanos são alvos de críticas repetidas vezes na série. Por isso, apesar de ter começado sua história sendo considerado uma comédia, com o passar do tempo ‘Orange is The New Black’ se voltou cada vez mais ao drama de suas personagens encarceradas. A quinta temporada, por exemplo, se passou toda durante uma rebelião na prisão.

Nunca parou de surpreender

Sabe aquelas séries que depois de três ou quatro temporadas começam a se repetir, e vão se arrastando até chegar ao final? ‘Orange is The New Black’ definitivamente não é assim. Sua equipe de roteiristas nunca deixou de ousar, sabendo quando trazer momentos felizes nas cenas mais pesadas, e vice-versa. Isso tudo sem perder a essência: as mulheres fortes lidando com seus dramas e traumas.

Sororidade é uma palavra-chave na série
Sororidade é uma palavra-chave na série