Opositores usam saída de Teich para criticar Bolsonaro: “Irresponsabilidade assassina”

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Brazil's President Jair Bolsonaro, right, embraces his newly-named Health Minister Nelson Teich at his swearing-in ceremony in Planalto palace in Brasilia, Brazil, Friday, April 17, 2020. (AP Photo/Andre Borges)
Brazil's President Jair Bolsonaro, right, embraces his newly-named Health Minister Nelson Teich at his swearing-in ceremony in Planalto palace in Brasilia, Brazil, Friday, April 17, 2020. (AP Photo/Andre Borges)

A saída de mais um ministro da Saúde em meio à pandemia do coronavírus deu motivos para que a oposição ao presidente Jair Bolsonaro criticasse a condução da crise.

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Nas redes sociais, Ciro Gomes (PDT) afirmou que “parece brincadeira, mas é irresponsabilidade assassina”. O candidato à presidência em 2018 disse que Bolsonaro provocou a demissão do recém nomeado ministro da Saúde. “O ministro, que é medico, apesar de toda sua incompetência e patetice, não aceitou promover o genocídio que Bolsonaro parece querer provocar!”, escreveu.

O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) disse que Teich caiu diante da “pressão de Bolsonaro para forçar o uso da cloroquina e afrouxar o isolamento”. Para o deputado, o presidente aposta no caos e joga com a vida dos brasileiros.

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Manuela D’Ávila (PCdoB), candidata a vice na chama de Fernando Haddad em 2018, chamou o governo Bolsonaro de “governo da morte”. “Teremos uma segunda troca de ministro da Saúde no governo. Nenhum profissional que leve em conta as diretrizes da OMS aceita a insanidade de Bolsonaro, que brinca com a vida dos brasileiros e brasileiras”, escreveu.

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“Quantos brasileiros e brasileiras ainda irão perder a vida porque Bolsonaro nega a ciência? Quantos ministros Bolsonaro terá até alguém acatar sua ordem de mandar o povo pra morte?”, questionou Manuela.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) classificou a situação do Brasil como “confusão única no planeta”. Para ele, o Brasil merece “uma gestão séria e competente”.

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