O que você precisa saber para começar o domingo

Francois Mori/AP
Francois Mori/AP

Filhos de Bolsonaro em posições opostas no noticiário político; Di Caprio rebate acusação de presidente brasileiro sobre fogo na Amazônia; pastores da igreja Universal declaram guerra a Edir Macedo em Angola.

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Veja aqui o que você precisa saber para começar o domingo:

Di Caprio rebate Bolsonaro

Após ter sido acusado de financiar queimadas na Amazônia, o ator norte-americano Leonardo DiCaprio respondeu, por meio de nota à imprensa, as acusações feitas pelo presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, nesta semana. “Apesar de merecerem apoio, nós não financiamos as organizações que estão atualmente sob ataque”, disse o ator de Hollywood em referência à ONG Projeto Saúde e Alegria (PSA) e à Brigada de Alter do Chão, acusadas pela Polícia Civil do Pará de promover queimadas na floresta amazônica.

Universal em guerra em Angola

Em uma ação inédita, pastores da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) em Angola anunciaram uma ruptura com o fundador, bispo Edir Macedo, e com o restante da liderança brasileira da igreja. A informação é da BBC News Brasil, segundo a qual eles o acusam de desviar recursos para o exterior, discriminar funcionários locais e de promover a esterilização de sacerdotes africanos.

Eduardo Bolsonaro quer rodar o país

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), terceiro filho do presidente Jair Bolsonaro, disse que vai percorrer o Brasil na defesa do governo do pai, ‘fazendo trabalho de formiguinha e pregando o conservadorismo’.

Procurador da Lava Jato investigado

Em mensagens trocadas com a namorada, Myra Athayde, o doleiro Dario Messer afirmou ter pagado propinas mensais ao procurador da República Januário Paludo, um dos mais antigos integrantes da força-tarefa da Lava Jato do Paraná. Os pagamentos estariam ligados a uma suposta proteção ao "doleiro dos doleiros" em investigações a respeito de suas atividades ilegais.

Carlos Bolsonaro na mira da polícia do Rio

A Polícia Civil do Rio recebeu recentemente a informação de que o vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ), segundo filho do presidente Jair Bolsonaro, teria se desfeito de um computador. Conhecido pelo tom belicoso também nas redes sociais e por, ainda que indiretamente, administrar os perfis do pai nas redes sociais, o parlamentar virou alvo da CPI das Fake News no Congresso e figura ainda na polêmica do acesso aos arquivos da portaria do condomínio onde mora no Rio, na investigação sobre o assassinato da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista dela, Anderson Gomes, em março de 2018.

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