O que você precisa saber para começar a terça-feira

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Ministro da Casa Civil disse que Brasil rejeitará ajuda financeira oferecida pelo G-7 para combater incêndios na Amazônia - Foto: AP Photo/Eraldo Peres
Ministro da Casa Civil disse que Brasil rejeitará ajuda financeira oferecida pelo G-7 para combater incêndios na Amazônia - Foto: AP Photo/Eraldo Peres

Bolsonaro x Macron, resistência de Lula para aceitar uma possível ida ao regime semiaberto e desabafo emocionado dos pais do sequestrador do ônibus no Rio de Janeiro.

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Confira o que você precisa saber para começar a terça-feira (27):

Bolsonaro x Macron

Um comentário feito pelo presidente Jair Bolsonaro causou grande desconforto diplomático entre o Brasil e a França. Em seu Facebook, um seguidor de Bolsonaro postou uma montagem com fotos da esposa de Emmanuel Macron e da esposa do presidente brasileiro.

Não, obrigado

Apesar das farpas trocadas, Emannuel Macron afirmou que o G-7 disponibilizaria a ajude de cerca de R$ 90 milhões de reais para combater as queimadas na Amazônia. A questão é que o Brasil não deve aceitar, pelo menos é o que garante Onxy Lorenzoni, ministro da Casa Civil de Bolsonaro.

Dólar em alta

O Brasil destoa dos principais mercados globais, após pesquisa do instituto MDA para a CNT (Confederação Nacional do Transporte) mostrar que a desaprovação ao desempenho pessoal do presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ) saltou para 53,7% em agosto, ante 28,2% em fevereiro.

De jeito nenhum

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) ainda não terminou de julgar os embargos de declaração no caso do tríplex no Guarujá, mas o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva insiste em recusar a possibilidade de regime semiaberto. Nos embargos, o petista pediu a sua absolvição ou a anulação da sentença.

Segunda chance

Os pais de William Augusto da Silva, o jovem que sequestrou um ônibus em plena ponte Rio-Niterói na última semana mantendo 37 reféns, falaram pela primeira vez depois da morte do filho pela polícia carioca. Eles pediram desculpas pelo crime do filho, mas afirmaram que o William merecia uma "segunda chance".

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