O que muda para o Grêmio, na prática, o adiamento e a mudança do local de jogo contra o Del Valle: é bom ou ruim?

Fabio Utz
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De última hora, o jogo entre Independiente del Valle e Grêmio, pela rodada de ida da terceira fase da Libertadores, mudou de data e local. A partida, que seria nesta quarta-feira em Quito, no Equador, passou para sexta, em Assunção, no Paraguai. Isso é bom ou ruim?

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Olhando pela perspectiva dos brasileiros, duas situações são claramente vantajosas. O time deixa de atuar na altitude para jogar ao nível do mar e, ao mesmo tempo, vê o rival perder o chamado "fator casa" - mesmo sem torcida, as referências de estádio e gramado são sempre importantes. Agora, de resto, alterar uma programação assim de "sopetão" é sempre estressante.

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É mais uma viagem a se fazer, são mais horas dentro de um avião, são mais dias longe de casa e da família. Tudo isso pesa, ainda mais em um momento de pandemia. Incertezas se acumulam, a cabeça gira, a agenda precisa ser toda refeita. Atleta não é robô, que liga e desliga conforme a vontade do seu dono. Os rituais de concentração, sim, ficam abalados. Claro que o adversário também sofre, mas, via de regra, nunca é legal você ajustar seu "relógio biológico" para uma situação e ter que alterar por conta de situações extracampo.

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