O que deu certo e o que não funcionou para o Flamengo no empate contra o Boavista

Antonio Mota
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O Flamengo foi o dono das ações contra o Boavista, em Bacaxá, na noite do último sábado (27), pela 6ª rodada do Campeonato Carioca, mas não conseguiu concluir os lances com perfeição e acabou vendo o árbitro apitar o término da partida com o 1 a 1 no placar. Com o empate, o Rubro-Negro voltou à liderança do Estadual, mas agora com a mesma pontuação do Volta Redonda: 13 pontos – ficando na frente apenas pelos critérios de desempate.

Contra o Verdão de Saquarema, o Mais Querido tentou aplicar o mesmo ritmo das últimas partidas, mas faltou velocidade e depender menos da individualidade de Michael e Vitinho, que, apesar dos esforços, erraram muito. Além disso, Pepê novamente não conseguiu corresponder e foi pouco funcional na criação, o que pesou para o Flamengo superar o bloqueio montado pelo Boavista. O gramado também não colaborou.

Estreante na temporada, Gabigol se movimentou, tentou abrir espaços na frente e até se aproximou do gol, mas faltou ritmo para o camisa 9 estrear balançando as redes. Tudo normal.

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Portanto, mesmo tendo sido superior, com mais posse de bola, mais finalizações e mais domínio em Bacaxá, o Flamengo não conseguiu concluir os lances da melhor forma e pagou com o empate. O Boavista, por sua vez, fez o seu papel, se defendeu bem – o goleiro Klever se destacou – e conquistou um ponto importante.

Agora, para Rogério Ceni e titulares que assumirão a partir da próxima partida, a boa notícia é que o clube conseguiu algumas boas opções para a sequência da temporada – Matheuzinho, João Gomes, Hugo Moura, Rodrigo Muniz, Bruno Viana etc.

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