O melhor e o pior das partidas da Semana 7 da NFL

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Carson Wentz lamenta após sofrer fumble contra os Cowboys (Tom Pennington/Getty Images)
Carson Wentz lamenta após sofrer fumble contra os Cowboys (Tom Pennington/Getty Images)

Por Matt Harmon (@MattHarmon_BYB)

Muita coisa pode acontecer em um único domingo na NFL, e é difícil se manter a par de tudo. Mais do que isso, é complicado definir o que devemos tratar como um sinal e o que devemos ignorar. A seguir, vou repassar tudo que aprendemos nesta semana e listar as cinco coisas da Semana 7 com as quais eu me importo, juntamente com cinco coisas diante das quais eu simplesmente não consigo reunir a energia emocional necessária para me importar.

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5 coisas com as quais eu me importo

Os Cowboys saíram do seu próprio caminho

Foi perturbador ver que os Cowboys estavam lembrando um cachorro retornando ao seu próprio vômito na semana passada após enfrentar uma derrota dolorosa para o Jets, sobrecarregando um Ezekiel Elliott mediano. Era como se a equipe estivesse disposta a abrir mão do progresso que fez desde setembro. Felizmente, a Semana 7 renovou a esperança dos torcedores.

Os Cowboys estavam dispostos a fazer com que Elliott corresse desde o começo contra a defesa brutal dos Eagles, e mais importante do que isso, foram agressivos ao combinar lançamentos com jogo terrestre. Dak Prescott voltou a lançar em jogadas de play-action. Ele foi preciso para alcançar o lesionado Amari Cooper em espaços pequenos. O placar não foi apertado, e o Dallas foi o melhor time durante toda a partida. O retorno de Tyron Smith e La’el Collins claramente ajudou a destravar um potencial previamente perdido no ataque aéreo.

O ataque dos Cowboys é muito talentoso. Quando eles estão no auge, o ouro está pronto para ser minerado. Prescott impressiona ao combinar suas habilidades ao correr com a bola com seu agressivo braço direito. Elliott pode ajudar a controlar o ritmo do jogo. Cooper continua a evoluir e está muito melhor do que já esteve em qualquer ponto com os Raiders. Michael Gallup não se destacou na folha de estatísticas nas últimas duas semanas, mas traz uma credibilidade física para a posição de X-receiver em Dallas.

O Dallas garantiu uma vitória importante e está no controle na corrida da NFC East. Mais do que isso, eles mostraram com uma certa confiança que o ataque das primeiras semanas não era uma miragem induzida pela competição. Mesmo com todas as falhas do Philadelphia no back-end, eles estão anos-luz à frente de defesas terríveis como as do Giants, Washington e Miami. Ainda há uma progressão evolutiva acontecendo em Dallas.

Talvez Kellen Moore e o ataque dos Cowboys sejam como um homem que vende ‘remédios miraculosos’, exaltando os benefícios de um produto falso. Ainda assim, quando o remédio passa pelo difusor da maneira correta, ele refresca o ambiente tomado pela lama de um ataque da era de 1990. Vamos esperar que a jornada não acabe aqui, que o vapor continue se desprendendo e nascendo renovado quando o Dallas voltar da Semana 8.

John Brown é um wide receiver No. 1

Estou me preparando para isso desde 2014. Então, mesmo que ele tenha jogado contra os Dolphins no domingo e esta não seja a história mais emocionante, deixe-me fazer minha volta da vitória.

Em sua terceira equipe da NFL, John Brown está fazendo tudo tão certo que não parece ser apenas o principal recebedor da sua equipe, mas um verdadeiro wide receiver No. 1. Brown anotou 83 jardas e um touchdown contra os Dolphins, e seu desempenho foi consistente com o que tem feito ao longo da temporada. Ele teve mais de cinco recepções e 68 jardas em todas as partidas, exceto uma. Os extremos entre a perfeição e a catástrofe, que fazem parte do seu currículo, não estão presentes neste ano.

Melhor ainda, seu volume é indicativo de um recebedor de primeira linha. Os Bills focados na defesa e altamente dependentes do jogo terrestre nunca serão renomados pelos passes, mas no contexto do seu próprio ataque, Brown parece ser claramente o melhor. Embora seja quase tão acionado quanto Cole Beasley, Brown tem uma liderança expressiva no que diz respeito a jardas aéreas, com 35% delas.

No ano passado, em Baltimore, Brown estava no caminho para uma temporada de 1.000 jardas com Joe Flacco, mas ganhava principalmente com jogadas longas. Josh Allen tem suas fraquezas, mas em seu segundo ano, ele está destravando o potencial de Brown como ninguém foi capaz de fazer desde Carson Palmer. Se mantiver o ritmo, Brown deve concluir a temporada com 1.200 jardas.

Se você está buscando algo aqui que seja mais útil do que a possibilidade de desempatar a favor de jogar com Brown no fantasy toda semana, lembre-se de manter o contexto em mente, com todas as suas avaliações. Brown vinha lidando com problemas sérios de saúde que prejudicaram sua carreira em Arizona. Mesmo quando ele ficou saudável depois de Palmer, os quarterbacks eram fracos. Flacco foi uma melhora e trouxe seu potencial de volta ao primeiro plano. Em Buffalo, ele está ganhando um volume que a sua destreza ao correr rotas nos diz há tempos que ele seria capaz de fazer. Ele não está se destacando por ser o único jogo da cidade como um produtor inflado e ineficiente de altíssimo volume no fantasy. Brown é real.

Demorou, mas estamos aqui.

Chegou a hora de enfrentar a verdade em relação a John Brown. (Foto by Gregory Fisher/Icon Sportswire via Getty Images)
Chegou a hora de enfrentar a verdade em relação a John Brown. (Foto by Gregory Fisher/Icon Sportswire via Getty Images)

Chase Edmonds

O explosivo Chase Edmonds conseguiu marcar seu quinto touchdown em três semanas com um trio de visitas à end zone contra os Giants. A comunidade do fantasy de todo o mundo ficou abalada quando David Johnson sumiu da partida após um único toque na bola. Daí em diante, o show foi de Edmonds.

Ficou claro que os Cardinals nunca tiveram a intenção de usar Johnson até que ele esgotasse. Kliff Kingsbury praticamente disse isso após a partida. O outro aprendizado que podemos tirar da situação é o fato de que o staff de Arizona claramente acredita que Edmonds é bom. Com base no que vimos, ele traz um novo elemento explosivo para o ataque. Se o time não acreditasse nisso, eles não permitiriam que Edmonds monopolizasse o backfield e participasse de incríveis 29 toques. Ele não fez nada para dissuadi-los de ampliar o seu papel nas próximas semanas.

David Johnson está tendo um bom ano. Kyler Murray correu 10 vezes no domingo e é o segundo em jardas corridas entre os quarterbacks. No entanto, Edmonds e suas 5,6 jardas por corrida são uma grande razão pela qual o ataque do Arizona chegou a esta semana na quarta posição do DVOA de corrida do Football Outsiders. Edmonds não vai a lugar algum.

A partida explosiva de Aaron Rodgers

Os Packers estavam numa posição invejável, mantendo um dos melhores desempenhos da NFC enquanto esperavam que um lado da bola “entrasse no eixo”. A inveja veio da percepção de que este lado da bola estava sendo liderado por um futuro quarterback do Hall da Fama. Era fácil acreditar que Aaron Rodgers acabaria entrando em forma ao jogar em um novo sistema pela primeira vez em anos.

As atuações anteriores de Rodgers contra os Cowboys e os Lions começaram a oferecer sinais de que as coisas estavam esquentando. Mesmo sem o seu principal recebedor, Rodgers fez alguns lançamentos surpreendentes. Ele estava dando passes do estilo de Patrick Mahomes, algo que, na verdade, já fazia anos antes de sabermos que Mahomes existia. Sim, o momento estava chegando.

A erupção finalmente aconteceu na Semana 7, quando o ataque dos Packers teve uma performance de elite ao longo de 60 minutos de partida. Rodgers foi simplesmente impecável. Ele arquitetou seis touchdowns contra a equipe moribunda dos Raiders, completando 81% de seus passes com 13,8 jardas por tentativa. Foi um desempenho incrível.

Agora, os Packers vão se preparar para enfrentar Chiefs, Chargers e Panthers. Apenas uma dessas secundárias é realmente assustadora. No entanto, se este for realmente o momento em que Rodgers e companhia vão chegar onde esperávamos que chegassem, poucas defesas serão páreo para eles.

Uma avaliação de Jacoby Brissett

Esta tem sido uma temporada extremamente variada em termos do desempenho de Jacoby Brissett. Nós vimos partidas em que ele se manteve como gestor de uma equipe que corre com a bola e outras em que ele se comportou como um lançador afiado. Após um jogo com um placar econômico em Kansas City, Brissett voltou a impressionar contra os Texans, com 326 jardas e quatro touchdowns contra o rival de divisão.

A Semana 7 trouxe o terceiro jogo de Brissett no ano com três ou mais passes para touchdowns. Até agora, ele teve apenas uma semana sem múltiplas pontuações pelo ar.

Brissett tem jogado bem nesta temporada. Ele começou em uma posição difícil ao substituir uma amada primeira escolha no draft, tendo sido avisado apenas alguns dias antes da Semana 1. Não seria absurdo dizer que ele está entre os cinco ou seis melhores quarterbacks da AFC neste ano, ainda que esta afirmação possa ser considerada um indício da baixa qualidade da conferência.

Embora ver Brissett funcionar bem nesta equipe dos Colts seja interessante, o Indianapolis ainda precisa fazer uma avaliação para decidir quão bom ele pode ser. Sua natureza inconstante, variando entre um jogador cuidadoso e outro agressivo no ataque aéreo, tem levado a diferentes resultados, mas ainda não sabemos onde a sua média realmente está. A temporada é longa, e como o Colts vem se mantendo na briga para chegar aos playoffs, as partidas de novembro e dezembro podem nos oferecer mais respostas. Para os apaixonados por Fantasy, sabemos que ele pode fazer mais do que manter o barco flutuando, ainda que seja difícil prever quando os Colts vão precisar que ele seja mais agressivo e comande o navio com firmeza.

5 coisas com as quais eu não me importo

Os planos de Kirk Cousins

Parece que há uma necessidade de tomar uma decisão sobre Kirk Cousins toda semana da temporada da NFL. O fato de ter conseguido um contrato totalmente garantido, certamente fez com que o alvo nas suas costas se tornasse óbvio, mas ao mesmo tempo, esta é uma noção ridícula.

A ideia de que o salário dos jogadores da NFL precisa estar diretamente alinhado com o seu ranking na sua posição é uma completa falácia. Os jogadores recebem seus salários com base no momento e no seu poder de negociação. Cousins contou com uma vantagem incrível ao chegar ao mercado em um momento em que diversas equipes tinham um buraco que precisava ser preenchido na posição mais importante do mundo do esporte.

Ele ganhou muito dinheiro. E daí? Desculpe, mas o fato de que os quarterbacks são bem pagos não deveria surpreender ninguém na liga. Devemos acreditar que uma equipe entrará, por vontade própria, no território selvagem de quarterbacks quando eles têm uma chance de ficar apenas observando, a partir de uma posição confortável.

Cousins já acumula três partidas seguidas de 300 jardas aéreas. Ele tem uma marca de 10 touchdowns para uma interceptação nesta sequência. Novamente, esta é a forma de operar de Cousins; entrar em boa fase e bater nas outras equipes de forma intermitente. Ainda assim, a pós-temporada, onde o Minnesota certamente espera estar no final do calendário regular, envolve uma sequência de eliminação de apenas um jogo. Cousins certamente pode ter excelentes performances por um período e chegar aos playoffs. Joe Flacco fez isso uma vez e levou um Super Bowl para casa.

Também estamos em um momento em que seu trabalho ofensivo pode começar a apoiar os dois recebedores-estrela da equipe. Adam Thielen se machucou cedo, mas não antes de receber um TD pela segunda semana seguida. Stefon Diggs anotou 140 jardas e recebeu sete passes outra vez. Sim, esse time quer estabelecer uma sequência de vitórias, e não está mais no ponto doloroso em que estava no começo do ano.

Tentando encontrar um padrão no uso de Todd Gurley

Tem sido difícil mapear exatamente qual é o plano semanal envolvendo Todd Gurley no ataque dos Rams. Francamente, pode ser que eles ainda estejam tentando descobrir a resposta enquanto as coisas acontecem, isso se houver um plano.

Gurley não jogou na semana passada e voltou para correr com a bola 18 vezes na vitória da Semana 7 sobre os Falcons. Ele ainda estava na partida, mesmo quando o resultado estava mais do que assegurado. Os Rams devem ter se sentido muito satisfeitos com o seu desempenho após a ausência decorrente de uma contusão na coxa na semana passada, já que ele não pareceu ser dúvida para o jogo e pareceu bem até o fim do jogo. Darrell Henderson e John Kelly tiveram, juntos, 15 toques.

No começo do ano, eu me perguntei se Gurley poderia começar bem, manter um desempenho saudável ao longo do ano e ser usado de forma esporádica no final da temporada, ou se ele demoraria para engrenar e terminaria no auge. Até o momento, nenhuma das duas possibilidades se concretizou. O planejamento e a forma de usá-lo parecem ser propostas que variam de semana para semana. Suas estatísticas não têm um padrão, e ele correu com a bola mais vezes do que em qualquer outra partida na semana seguinte de se recuperar de uma lesão.

Os Rams podem não ter um planejamento específico para usar Gurley. Ele estava muito bem no último domingo e recebeu um belo touchdown. Isso pode não acontecer em todas as semanas, e ele próprio pode estar sentindo o processo conforme seu corpo evolui. A verdade é que nós vamos ter que deixar as coisas acontecerem.

Todd Gurley fez seu melhor jogo da temporada contra os Falcons (Jordon Kelly/Icon Sportswire via Getty Images)
Todd Gurley fez seu melhor jogo da temporada contra os Falcons (Jordon Kelly/Icon Sportswire via Getty Images)

Medo da defesa dos Bears

Postei no Twitter que a defesa dos Bears permitiu que um running back calouro e um veterano mediano tivessem suas melhores performances da temporada de 2019 em cada uma das suas duas últimas partidas. Josh Jacobs passeou em cima deles em Londres. Latavius Murray correu com a bola 27 vezes e marcou duas vezes.

Pelo menos um torcedor dos Bears reclamou do post, afirmando que se tratava de uma narrativa falsa. Embora sempre seja interessante ver alguém imediatamente enfurecido por um simples fato, a resposta ordenou que levássemos em consideração que os running backs rivais nadaram de braçada contra a defesa da equipe enquanto o ataque teve dificuldade para manter a sua parte do acordo. Sim, essa é a questão.

Quem se importa com a forma como a defesa está errando? A conclusão se mantém a mesma: eles estão sendo massacrados, se considerarmos as condições atuais da equipe. Nós não vimos uma única evidência de que estas condições estão prestes a mudar em um momento próximo. Um ataque liderado por um lançador pouco funcional que precisa de 54 tentativas para acumular 251 jardas e que não é confiável correndo com a bola não vai mudar de rumo repentinamente. A defesa dos Bears vai continuar vulnerável.

Atualmente é difícil jogar na defesa na NFL. As regras inclinam o campo a favor do ataque. Os coordenadores estão mais criativos, mais inteligentes e mais agressivos do que nunca. Toda temporada, o número de defesas que realmente mudam o jogo diminui. Isso acontece dos dois lados. Há cerca de três defesas que acabam com a produção do seu time independentemente de qual oponente enfrentarem, que podem ser exploradas pelos que jogam Fantasy toda semana, e do outro lado há três defesas que são realmente sufocantes e preocupam qualquer jogador que precisa jogar contra elas. Os Bears eram, sem dúvida, um desses últimos grupos no ano passado. No entanto, especialmente com base nas duas últimas semanas, e largamente graças a um ataque fraco em 2019, parece que eles passaram a integrar o grande grupo do meio que não se move para nenhum dos dois lados semana após semana.

Querer que algo seja feito por David Johnson estar “ativo”

Se você jogou com David Johnson no Fantasy em um embate contra os Giants com base na sua designação como “ativo”, não preciso lembrá-lo do que aconteceu em seguida. Foi brutal ver Johnson desaparecer e Edmonds dar um show, e ver Kliff Kingsbury admitir após a partida que Johnson não era parte do plano.

Lamentar é uma coisa, mas querer que algo seja feito a respeito é uma bobagem. O que você poderia esperar aqui? As equipes não estão em dívida conosco, e mesmo que você esteja bravo, elas nunca vão sentir a sua fúria. Sim, o Fantasy aumenta a popularidade da liga e coloca mais dinheiro na mesa. É ótimo quando as coisas dão certo, mas esperar que treinadores, jogadores e times queiram ganhar seus jogos para agradá-lo? Chegou a hora de cair na real.

O importante é: Você vai parar de jogar Fantasy por causa disso? Não vai. Você vai parar de assistir às partidas porque saiu perdendo nesta situação de David Johnson? Duvido. Então, onde está o incentivo para que eles façam algo diferente do que fizeram?

Os apreciadores do Fantasy vão continuar jogando, você vai continuar assistindo às partidas, e os treinadores vão continuar sem se preocupar em levá-lo em conta nas suas decisões. Se o dinheiro continuar entrando, o status quo vai ser mantido. Esta é uma dose fria e amarga de realidade, mas é preciso aceitá-la.

Minha esperança de pré-temporada para o ataque dos Eagles

O ataque de Philadelphia acabou com qualquer esperança remanescente de que pudesse ser um dos melhores da NFL. Há semanas a equipe vem sofrendo para conseguir resultados razoáveis, e o esforço da noite de domingo não foi nada menos que um doloroso apogeu.

Os receivers depois de Alshon Jeffery continuam a decepcionar Carson Wentz. Nelson Agholor regrediu significativamente nas últimas duas temporadas, enquanto os jovens Mack Hollins e J.J. Arcega-Whiteside têm tido resultados negativos com frequência. Os tight ends são bons, mas muitas vezes não atuam de forma consistente no mesmo jogo.

O jogo terrestre do Philadelphia é mediano, e frequentemente descartado enquanto a secundária enfia a equipe em buracos enormes. Bloqueios incrivelmente ruins dificultam a vida de Carson Wentz o suficiente para colocar o time em situações difíceis. O próprio Wentz não parece estar tão confortável ou decisivo no olho do furacão este ano, como esteve em temporadas passadas.

O fogo deste grupo se apagou. A ousada agressividade foi neutralizada, e o tempo para consertar o estrago está acabando.

O retorno de DeSean Jackson pode ser o impulso que a equipe precisa. No início, parecia que ele estava pronto para fazer a diferença para os Eagles, mas acabou se machucando cedo demais. Ainda assim, o fato de que a unidade inteira está sofrendo há semanas, sem ele, não é nada positivo. Se a chave para o ataque era um jogador que está envelhecendo e sofrendo com lesões, a situação é bem problemática. Ele esteve perto de voltar nesta partida contra os Cowboys, então a ajuda está a caminho, ainda que seus companheiros de equipe pareçam estar contando demais com ela.

Os Eagles não têm um calendário fácil antes do seu encontro com o Miami no começo de dezembro. Eles viajam a Buffalo na semana que vem antes de enfrentar o Chicago, têm uma semana de folga e voltam para confrontos com New England e Seattle. O ataque do Philadelphia precisa ser a unidade mais forte dessa equipe – a defesa já se perdeu há muito tempo. Isso precisa acontecer rapidamente, se eles quiserem manter a esperança de chegar ao Super Bowl.

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