O dia do vexame gera consequências imprevisíveis ao Vasco

Felippe Rocha
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O Vasco escreveu, no dia 7 de novembro de 2020, uma das páginas mais tristes e vergonhosas de sua história. A interrupção de uma votação que só foi confirmada 12 horas antes do início dos trabalhos, e o desligamento da energia elétrica, e as brigas, e os tiros relatados... e nenhum resultado efetivo. O Cruz-Maltino sai com uma mancha e mais imbróglios por resolver.

Por mais que... tenha sido o mais votado, as células são tão grandes que muita coisa pode acontecer. O presidente da Assembleia Geral do clube, Faués Mussa, acenou com uma tentativa de acordo e, em tese, um novo pleito está marcado para o próximo sábado, dia 14. Mas é impossível prever o que vai acontecer até lá.

A decisão deste sábado 7 não terá validade? Se houver novo pleito, será presencial? O sócio vai se submeter à novas filas e aglomerações em meio a uma pandemia? E quem será candidato? Leven Siano já afirmou que não participaria. Mas quem? Com que alianças?

Novas coligações podem se formar. Outras rachaduras podem surgir. Mas o estrago está feito. O crescimento institucional do Vasco depende do amadurecimento das relações entre os seus atores.