Número de mortos por Covid-19 passa de 400 mil em todo o mundo

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RIO DE JANEIRO, BRAZIL â JUNE 4 : Man victim of covid19 is buried in the cemetery of Inhauma, north of the city, Rio de Janeiro records more than 300 deaths by Covid-19 for the second day in a row; cases exceed 60 thousandThere were 317 deaths in 24 hours, totaling 6,327 in the state since March,, , on June 4, 2020. (Photo by Fabio Teixeira/Anadolu Agency via Getty Images)
RIO DE JANEIRO, BRAZIL â JUNE 4 : Man victim of covid19 is buried in the cemetery of Inhauma, north of the city, Rio de Janeiro records more than 300 deaths by Covid-19 for the second day in a row; cases exceed 60 thousandThere were 317 deaths in 24 hours, totaling 6,327 in the state since March,, , on June 4, 2020. (Photo by Fabio Teixeira/Anadolu Agency via Getty Images)

O número de mortos por Covid-19 ultrapassou os 400 mil, segundo a Universidade Johns Hopkins, nos EUA, que monitora a pandemia em todo o mundo.

A atualização realizada no começo da manhã deste domingo (7) mostra que já são 400.013 óbitos relacionados à doença causada pelo novo coronavírus.

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Os Estados Unidos lideram o ranking, com 109.802 mortes. O país é seguido pelo Reino Unido (40.548), pelo Brasil (35.930), e pela Itália (33.483).

Já em número total de infectados, os números se aproximam dos 7 milhões em todo o mundo. Até a última atualização, eram 6.910.014 as pessoas que tiveram diagnóstico confirmado da doença. Esse ranking também é liderado pelos EUA, que já registrou 1.920.061 infectados.

No Brasil

Além de ser o terceiro país com mais mortes acumuladas em decorrência da Covid-19 no mundo, o Brasil é o segundo com maior número de infectados.

O país registrou seu primeiro diagnóstico no dia 25 de fevereiro. Desde então, 672.846 brasileiros já foram infectados com a doença.

Esses números podem ser maiores, sobretudo nos casos, já que o país é um dos que tem os menores índices de testagem do mundo, limitando os exames no sistema público a casos graves e profissionais da saúde e da segurança.

Diferentemente dos demais países com grande numero de casos, o Brasil ainda não começou a achatar a curva de disseminação da doença. Ou seja, o pico de casos, quando eles chegam a seu auge para então começar a regredir, não foi atingido, indicando que a situação vai piorar nas próximas semanas.

A última semana foi marcada por recordes no número de mortes diárias. Na última quinta (4), exatos cem dias após ter sido confirmada pela primeira vez no Brasil, foram registrados 1.473 novos óbitos por Covid-19 no país -- o que significa que a doença matou mais de um brasileiro a cada minuto no país.

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O Ministério da Saúde vem limitando as informações que divulga sobre a situação da Covid-19 no Brasil nas últimas semanas. Omissão do número de mortes e casos em determinadas publicações, diminuição de entrevistas concedidas pela pasta e mudanças no horário da atualização dos dados fazem parte da nova estratégia do governo.

Neste sábado (6), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou as mudanças na forma como o Ministério da Saúde divulga os dados da pandemia. A pasta deixa de informar o número acumulado de casos e mortes, mantendo as mortes e casos registrados nas últimas 24 horas.

O horário da publicação dos boletins também mudou. Antes feita às 19h, a disponibilização agora só acontece às 22h. Na última sexta (5), Bolsonaro defendeu o atraso da divulgação dos boletins do Ministério da Saúde e disse que, com a mudança de horário, "acabou matéria no Jornal Nacional". Ele também se referiu à Rede Globo, que veicula o Jornal Nacional, como "TV funerária".

*** Por Folhapress

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