Novo Jorge Henrique? Mauro Cezar critica uso de Gabigol na Seleção Brasileira de Tite

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A Seleção Brasileira é líder na Eliminatória Sul-Americana para a Copa do Mundo 2022. No topo, os comandados de Tite mantém regularidade nos resultados, porém, se tratando de atuação, o Brasil recebeu críticas após a vitória contra o Chile. Uma dessas é do jornalista Mauro Cezar, que discorda da maneira que a Seleção utiliza seus atacantes.

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- Aos atacantes da Seleção Brasileira, Tite entrega uma missão que parece, para ele, ser a mais importante: marcar, defender, desarmar.(...) Hoje, aos 39 anos, Jorge Henrique defende o Brasiliense. Fosse mais novinho, talvez acabasse sendo escalado no lugar de Gabigol. E para executar as velhas ordens de Tite, não seria uma ideia de se jogar fora - escreveu Mauro em seu blog no Uol.

Mauro Cezar faz alusão ao ex-atacante do Corinthians. No período em que Tite comandava o Corinthians e venceu Libertadores, Mundial e Brasileirão, o técnico usava o atleta para recompor a marcação - "era útil naquele esquema". Ou seja, Tite ficou marcado por usar no time um atacante com menos função criativa e mais composição em campo, "preso à direita".

O mesmo, para Mauro, teria acontecido com Roberto Firmino, do Liverpool, e Gabriel Jesus, do Manchester City. Nesta quinta, Gabigol atuou desta forma. O Brasil venceu o Chile por 1 a 0, com gol de Everton Ribeiro. A Seleção volta a campo neste domingo, contra a Argentina, às 16h.

Mauro Cezar
Mauro Cezar

Mauro Cezar: 'Aos atacantes da Seleção, Tite entrega uma missão que parece ser a mais importante: marcar, defender, desarmar' (Reprodução / Youtube Mauro Cezar)

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