Noite ruim de Borja e Vitor Hugo custou vitória do Palmeiras na Libertadores

O Palmeiras não jogou mal diante do Atlético de Tucumán. Com 10 jogadores desde muito cedo – Vitor Hugo foi expulso corretamente aos 21 minutos do primeiro tempo – a postura dos atletas foi inteligente, mesmo tendo sofrido o gol aos 25 minutos também da etapa inicial, marcado por Fernando Zampedri.

Sem desespero, a equipe foi bem organizada por Eduardo Baptista e empatou aos 40 minutos depois de ótimo passe de Dracena para Keno finalizar e só não saiu com a vitória porque Borja estava em uma noite para esquecer. O excelente jogador colombiano, que atuou pela primeira vez com a camisa do Palmeiras desde o início de uma peleja – perdeu três chances claras, daquelas que em qualquer dia comum ele faria sem qualquer problema. Dudu, é verdade, também desperdiçou ao furar uma bola de cabeça, já com o goleiro batido, quando a partida estava empatada em 1 a 1.

Como os adversário do grupo do Palmeiras na Libertadores são muito frágeis, perder dois pontos fora de casa nessas circunstâncias está longe de ser um problema. Problema é controlar a ansiedade de alguns jogadores, como foi o caso de Vitor Hugo. No desespero por mostrar vontade, no desespero para provar o discurso da raça acima de tudo, faltou priorizar a inteligência e a exclusão de campo foi correta e infantil, sem nenhuma justificativa.