Nobre e Galiotte rompem após presidente negar diretoria de futebol a seu antecessor

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<em>Galiotte havia sido indicado por Paulo Nobre para concorrer à presidência pela situação</em>
Galiotte havia sido indicado por Paulo Nobre para concorrer à presidência pela situação

 

Um pedido não aceito do novo presidente palmeirense Maurício Galiotte estremeceu a relação de quatro anos entre ele e Paulo Nobre. Vice-presidente de Nobre de 2013 a 2016, Galiotte não deu a diretoria de futebol a seu antecessor, causando um distanciamento entre ambos. Eles têm se falado raramente, apesar de Galiotte ainda estar tomando pé das coisas no Palestra Itália.

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A crise entre Nobre e Galiotte começou ainda em dezembro, quando o então presidente impugnou a candidatura de Leila Pereira ao Conselho Deliberativo do Verdão. Leila é esposa de José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa e da FAM (Faculdade das Américas), e ficou revoltada com Nobre, conturbando inclusive a renovação do patrocínio.

Galiotte precisou de habilidade política para se aproximar de Leila e Lamacchia – a renovação já está acertada e deverá ser anunciada após a eleição para o conselho. O novo presidente ainda prometeu ajudar a reverter a impugnação à candidatura de Leila. Seu nome, inclusive, está na chapa encabeçada por Mustafá Contursi.

No Palmeiras, há o consenso de que Galiotte preferiu se manter ao lado da Crefisa, em detrimento de seu antecessor. Isso não mexe no departamento de futebol, que tem o time praticamente definido para 2017. Os problemas maiores podem ser com o fluxo de caixa – Galiotte não poderia recorrer mais aos empréstimos de Nobre.

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