No tie-break, Brasil bate a Sérvia na Copa do Mundo feminina de vôlei

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Drussyla em ação na Copa do Mundo de 2019 (FIVB Divulgação)
Drussyla em ação na Copa do Mundo de 2019 (FIVB Divulgação)


O Brasil estreou com vitória na Copa do Mundo feminina de vôlei. Na cidade de Hamamatsu, no Japão, o time do técnico José Roberto Guimarães derrotou a Sérvia por 3 sets a 2 – parciais de 25-20, 23-25, 25-18, 22-25, 15-12 -, na manhã deste sábado, pela primeira rodada da competição. O próximo adversário é a Argentina, na madrugada deste domingo (5h, no horário de Brasília), com transmissão pelo SporTV 2.

A Seleção, que busca o título inédito, ficou fora da última edição do torneio e terminou em quinto na de 2011. Pela primeira vez, a Copa do Mundo – que sempre acontece um ano antes dos Jogos Olímpicos -, não vai valer vaga para a Olimpíada.

A oposta Bjelica, que vai defender o Osasco/Audax na próxima Superliga, foi a maior pontuadora do jogo com 24 pontos. Bianka Busa marcou 19 e Lazovic, 15. Pelo Brasil, Lorenne pontuou 23 vezes, Gabi 17, Fabiana 16, Drussyla 14, Bia 10, Sheilla 4 e Macris 1.

A Sérvia, que conquistou há uma semana o bicampeonato europeu com a vitória por 3 a 2 sobre a Turquia, em Ankara, deu folga a cinco titulares, inclusive para a dupla de atacantes Boskovic e Mihaljovic, além do técnico Zoran Terzic. Apesar dos desfalques´- ou até mesmo por causa deles – a Sérvia entrou em quadra solta, sem a obrigação que a equipe principal certamente teria de vencer, e a pressão ficou toda do lado brasileiro.

Zé Roberto também não conta com duas das suas principais atletas: a ponteira Natália, que se recupera de seguidas lesões na temporada, e a oposta Tandara, que pediu dispensa na Copa do Mundo por motivos pessoais. O time titular, neste sábado foi: Macris, Lorenne, Fabiana, Bia, Gabi, Drussyla e Léia (líbero). Entraram Amanda, Roberta, Sheilla.

O Brasil teve problemas na recepção em momentos pontuais da partida e mostrou dificuldade em enfrentar o alto bloqueio europeu, levando tocos desnecessários, quando poderia ter trabalhado melhor a bola. O saque também foi pouco eficiente. Gabi não foi decisiva como costuma ser. Sentiu dificuldade em passar pelo paredão rival e o Brasil sentiu falta da sua regularidade.

Os pontos positivos foram a boa atuação da central Fabiana, principalmente nos dois primeiros sets, segura no ataque e no bloqueio, e o encaixe cada vez maior com Macris. Depois de uma temporada apenas regular, sem entrosamento com a levantadora norte-americana Carli Lloyd no Dentil/Praia Clube, a bicampeã olímpica vai defender o Hisamitsu Springs, do Japão.

Bia segue regular tanto no ataque quanto no bloqueio. Drussyla alternou momentos bons – foi a principal pontuadora no primeiro set, com 5 pontos -, com outros de instabilidade, errando ataques em momentos importantes do jogo e vacilando na recepção. Lorenne segue se firmando como jogadora de segurança na saída de rede e foi o desafogo no tie-break.















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