No Fortaleza, queda na Copa do Brasil precisa passar longe de prejudicar trabalho de Vojvoda

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É evidente que, antes da bola rolar no primeiro confronto da Copa do Brasil contra o Atlético-MG, o torcedor do Fortaleza alimentava uma expectativa alta de competir com caráter mais parelho por uma vaga inédita na decisão. Algo que, nos dois jogos, passou longe de acontecer muito em função do contexto criado pelo embate de ida.

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Uma derrota dessa magnitude é, evidentemente, um golpe dolorido no clube que demonstrou, até o presente momento, um dos estilos mais envolventes e atrativos das equipes que brigam na parte de cima da tabela do Campeonato Brasileiro.

Todavia, mesmo que parecendo um enorme clichê, é preciso ter calma para se fazer uma análise centrada após a eliminação.

Além dos números positivos acumulados pelo técnico Juan Pablo Vojvoda desde sua chegada no Fortaleza e a notória qualidade do seu algoz, o clube está a beira de obter um feito marcante e ínedito na sua história que é a clara chance de se garantir na fase de grupos da Copa Libertadores.

Sabemos que existe uma enorme rotatividade no ambiente do futebol onde a mesma figura pode ser idolatrada em um dia e execrada no outro. Isso passa longe de ser um "segredo" no ambiente desse esporte.

As características da atual gestão do tricolor bem como o comportamento aparente de grande parte dos torcedores dão a entender que isso não irá ocorrer. No entanto, é sempre bom ressaltar que esse fenômeno até certo ponto comum não pode ser capaz de prejudicar um trabalho de tamanho potencial.

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