Deu a lógica no duelo entre Floyd Mayweather e Tenshin Nasukawa

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Mayweather após nocautear Nasukawa (TOSHIFUMI KITAMURA/AFP/Getty Images)
Mayweather após nocautear Nasukawa (TOSHIFUMI KITAMURA/AFP/Getty Images)

Floyd Mayweather enfrentou nesta segunda (31) um adversário mais jovem, mais ativo, que tinha no córner o técnico de campeões mundiais e, para piorar, no Japão, domínio do rival.

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Havia apenas um “pequeno” problema: O kickboxer Tenshin Nasukawa não é boxeador, nunca boxeou na vida, e a violenta e breve luta-exibição aconteceu nas regras do boxe.

Então não foi surpresa quando “Money” Mayweather, considerado o melhor lutador independente de categorias de peso quando anunciou sua aposentadoria, precisou de meros 136 segundos para destruir o rival, mais baixo e cerca de duas categorias de peso mais leve, não sem antes jogá-lo à lona por três vezes. A “luta” poderia ter sido ainda mais rápida, se o americano não tivesse passado os momentos iniciais do assalto “brincando”.

Houve quem argumentasse que “Conor McGregor [que também nunca havia boxeado] atingiu mais golpes do que boxeadores de elite quando enfrentou Mayweather…”. Mas esqueceram de verificar que McGregor foi único rival a ser nocauteado por ele em anos.

O que a luta provou é que Mayweather é o mestre da negociação. Por pouco mais de dois minutos de trabalho, sem grandes riscos, embolsou US$ 9 milhões (quase R$ 35 milhões).

O duelo, promovido pelo Rizin, dirigido pelo ex-presidente do Pride, Nobuyuki Sakakibara, lembrou seu histórico de, às vezes, “casar” lutas que são mais espetáculo do que esporte.

E não, a luta não foi combinada, como já acusam nas mídias sociais. Nem precisaria…

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