No dia do goleiro, Gatito pega pênalti e volta a ser decisivo para o Botafogo

Vinícius Britto
Das sete cobranças de penalidade máxima contra o Glorioso em 2017, quatro pararam nas mãos do arqueiro paraguaio. Gatito divide o seu mérito com a comissão técnica alvinegra

Era 26 minutos do segundo tempo e Diego Souza tinha em seus pés a grande chance de encaminhar a vitória do Sport diante do Botafogo, que sofria com um jogador a menos no Nilton Santos. Mas, se na marca do pênalti o Sport contava com um jogador de Seleção Brasileira, debaixo das traves o Botafogo tem à seu favor um paraguaio que, cada vez mais, vai se tornando especialista nas cobranças de pênaltis: ninguém menos que o goleiro Gatito Fernández.

Sem cair na paradinha de Diego Souza, Gatito esperou a cobrança e contou com um enorme reflexo para defender a cobrança do meia rubro-negro. Depois, o Glorioso conseguiu a virada diante do rival, pela Copa do Brasil.

- Fizemos um grande esforço para sair de campo com com a vitória. Peguei o pênalti de um jogador de seleção, de muita qualidade - valorizou o paraguaio.

Das sete cobranças de pênaltis contra ele na temporada, o paraguaio defendeu quatro delas, com média superior a 50% de sucesso no embate contra os rivais. Mas não existe nenhuma fórmula especial, segundo o arqueiro alvinegro. Ele prefere enaltecer o trabalho realizado por toda a comissão técnica do Botafogo.

- Eu espero até o último em alguns, tem outros que tento acertar o canto. Então depende do momento e do batedor do jogo. Esse ano consegui pegar alguns. É o trabalho do dia-a-dia e da comissão técnica daqui dentro do Botafogo - disse.








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