Neto ironiza choro e indaga tamanho de Neymar na Seleção: 'Não jogou mais que Cafu, Ronaldo, Romário'

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O choro de desabafo de Neymar após a goleada contra o Peru não agradou Neto. O apresentador questionou a fala do camisa 10 da Seleção Brasileira, em que ele diz que nos últimos dois anos passou "por muita coisa". O ex-jogador reviveu eventos organizados por Neymar, ou que contaram com sua presença, e também abordou seu tamanho na amarelinha.
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- E o Neymar, por sinal, disse, depois do jogo contra o Peru, que estava emocionalmente mal porque a vida dele está um inferno há dois anos: festa em Mangaratiba, helicóptero, umas youtubers. (...) E ele chorou ontem contra o Peru, último colocado da Copa América! - começou Neto.

- Aí, festa em Mangaratiba, renovou contrato com o PSG até 2025, é o camisa 10, vai alcançar o Pelé, não tem nenhuma Copa do Mundo, não jogou mais que o Cafu na seleção, mais que o Ronaldo, que o Romário, o Pelé tira de lado. Tomou uns tabefe na orelha da moça - e foi bem por não revidar. Ah, vem chorar depois depois de um jogo contra o Peru, que a única coisa boa lá é o Ceviche, um time desgraçado de ruim - relembrou.

O apresentador ainda traz à tona a passagem de jogadores importantes da história da Seleção Brasileira para inferiorizar Neymar perante estes.

- Ah, mas vai alcançar o Pelé'. Em quê? Em número de gols? Mas e em título? Pelé é Pelé, Romário, Rivaldo, vocês esquecem do Garrincha, do Amarildo. Esse país é tão ruim, que esquece do Jairzinho, que fez gol em todos os jogos da Copa de 1970. Nem o Pelé fez. E se não fosse o gol dele contra a Inglaterra, não seria campeão. Esquece do Zagallo. O que o Neymar fez?

Ao estufar novamente a rede na competição, o craque alcançou a marca de 68 gols com a camisa da Seleção Brasileira e está perto de passar Pelé como maior goleador com a camisa amarelinha. Na saída do gramado, o camisa 10 se emocionou e falou sobre os números e o prazer de defender seu país.

- Nunca imaginei chegar a esses números. É até emocionante, pois eu passei por muita coisa nesses dois anos que são bem difíceis e complicadas. Esses números não são nada perto da felicidade que eu tenho de jogar pelo Brasil e representar o meu país, a minha família - disse, emocionado, Neymar.

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