Nenê volta ao Fluminense para tentar curar "dependência" da equipe

Goal.com

Depois de ser derrotado por 3 a 0 pelo Volta Redonda, no último domingo, o Fluminense tenta se arrumar rapidamente para encarar o Macaé, na quinta-feira (02), fora de casa, no último jogo antes da semifinal da Taça Rio. Sem tempo para se preparar, o Tricolor vê no meia sua principal esperança de um futebol melhor de forma imediata.

Desde que Nenê chegou ao Fluminense, em julho do ano passado, a equipe venceu apenas um jogo em que o jogador não foi titular. O retrospecto tem ainda dois empates e três derrotas, a última delas no domingo, contra o Volta Redonda, no Engenhão.

A subida de produção ficou evidente no Brasileiro do ano passado. Depois de um começo muito ruim, com duas vitórias em dez jogos, o Fluminense subiu de produção e conquistou todas as suas outras dez vitórias na competição sob o comando de Nenê.

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Neste ano, além de presente, o armador tem sido cada vez mais decisivo. Mesmo aos 38 anos, ele já marcou nove gols em 13 partidas disputadas, três deles em clássicos contra Flamengo e Botafogo.

Sua ausência, aliás, aparentemente fez mal até para Paulo Henrique Ganso. O jogador, que vinha sendo reserva e entrando durante as partidas para dar mais posse de bola à equipe, foi titular contra o Voltaço e não agradou a torcida.

Prejudicado com a expulsão de Egídio, Ganso não conseguiu ser o armador que o Flu precisava e acabou substituído no começo do segundo tempo. Araújo, seu substituto, criou duas boas chances de gol mesmo jogando metade do tempo do titular.

Vale lembrar, é claro, que o Fluminense treinou apenas oito dias desde que foi liberada a volta do futebol no Rio de Janeiro. O apressado e desorganizado retorno foi uma das justificativas para o futebol ruim apresentado, mas não explica tudo: o Volta Redonda, por exemplo, treinou apenas dois dias a mais.

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