Murray volta a vencer em Wimbledon e garante festa do público britânico

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Levou quatro anos para que Andy Murray voltasse a vencer um jogo na chave de simples de Wimbledon. Nesta segunda-feira (28), parecia que ele faria isso com facilidade, depois encarou um drama, mas ainda assim conseguiu sair vitorioso, para a alegria do público que pôde ocupar 50% dos cerca de 15 mil lugares da quadra central.

No primeiro dia da edição de 2021 do torneio do Grand Slam, o escocês, atualmente 119º colocado do ranking mundial, derrotou o georgiano Nikoloz Basilashvili, cabeça de chave 24, por 3 sets a 1 (6/4, 6/3 e 5/7 e 6/3). Na terceira parcial, Murray viu sua vantagem de 5 a 0 ser colapsada com sete games perdidos de forma consecutiva. Mas na quarta, após o fechamento do teto, se recuperou para fechar o jogo.

Sua última partida no Slam londrino havia sido pelas quartas de final da edição 2017, quando era número 1 do mundo e perdeu para o americano Sam Querrey, numa partida já marcada pelas dores no quadril. Depois disso, a carreira do britânico bicampeão (2013 e 2016) na grama inglesa nunca mais seria a mesma.

Foram dois anos impedido de participar de Wimbledon por causa da lesão no quadril que o levou a fazer duas cirurgias colocar uma prótese metálica na região. Em 2019, ele ainda competiu nas duplas e duplas mistas, mas não se sentia preparado para retornar à competição individual, com jogos em melhor de cinco sets. No ano passado, a pandemia cancelou o torneio.

O público britânico, ansioso tanto para voltar ao All England Club quanto para reencontrar o ídolo, vibrou muito com a vitória.

Além de ter conquistado Wimbledon duas vezes, Murray é bicampeão olímpico, e nos Jogos de Londres-2012 venceu o torneio justamente na grama sagrada. Quatro anos depois, repetiu a medalha de ouro no Rio de Janeiro. Ele está confirmado em Tóquio.

Nesta segunda, os espectadores também vibraram quando foi anunciada no camarote real a presença de Sarah Gilbert, uma das pesquisadoras que conduziram o processo de criação da vacina de Oxford-AstraZeneca contra a Covid-19.

A principal surpresa do primeiro dia foi a eliminação do grego Stefanos Tsitsipas, quarto cabeça de chave, diante do americano Frances Tiafoe, por 3 sets a 0.

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