O mundo além do UFC: Brasil segue entre o maiores do MMA em 2019

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O potiguar Patrício "Pitbull" é dono de dois cinturões no Bellator (Jerry Lai-USA Today Sports)
O potiguar Patrício "Pitbull" é dono de dois cinturões no Bellator (Jerry Lai-USA Today Sports)

O Brasil vive seca histórica no UFC, ostentando apenas os cinturões da Amanda Nunes entre 13 possíveis, mas o cenário é bastante diferente em outras organizações. Embora voem fora do radar dos fãs casuais, o país possui lutadores que contribuem para manter a bandeira verde e amarela no topo da cadeia alimentar mundo afora.

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Após mais de uma década com pelo menos um homem campeão no UFC, o Brasil completou, na última semana, três anos sem um cinturão masculino na maior organização do planeta. No Bellator, segunda liga mais importante nos Estados Unidos, no entanto, três dos seis títulos masculinos pertencem ao país.

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Patrício “Pitbull”, campeão das categorias pena (66kg) e leve (70kg), é um dos maiores atletas da história da franquia. Douglas Lima, um dos mais perigosos meio-médios (77kg) do mundo, faturou um milhão de dólares ao vencer o torneio da categoria e retomar título este ano.

O futuro próximo pode reservar mais cinturões ao país no Bellator. Ronny Markes, que estreia neste fim de semana contra o ex-campeão do UFC, Josh Barnett, pode ter uma chance pelo título dos pesados em caso de vitória. Lyoto Machida, Rafael Carvalho, Neiman Gracie, Patricky “Pitbull”, Eduardo Dantas, Juliana Velasquez e Ilara Joanne também são esperança para 2020.

A PFL, rebatizada a partir da WSOF em 2017, realiza torneios anuais em diversas categorias, premiando os vencedores com um milhão de dólares. Em 2018, sua temporada inaugural, o Brasil faturou cinturões com Philipe Lins (peso pesado) e Natan Schulte (peso leve), além de um vice-campeonato com Vinny Magalhães entre os meio pesados (93kg).

Novos campeões serão coroados no dia 31 de dezembro em Nova York, com mais chances de títulos milionários a atletas brasileiros. Schulte busca o bicampeonato entre os leves, enfrentando Loik Radzhabov, enquanto Larissa Pacheco encara a judoca bicampeã olímpica Kayla Harrison na divisão até 70kg.

Do outro lado do mundo, na Ásia, os “levinhos” Bibiano Fernandes e Adriano Moraes ostentam cinturões nas categorias galo e mosca no ONE Championship. O Brasil é o único país não-asiático a ostentar mais de um título na organização. Alex Silva, ex-campeão dos palhas, pode adicionar mais um ouro em 2020, além de nomes como Vitor Belfort, John Lineker e Michelle Nicolini.

O Rizin, fundado em 2015 pelos fundadores do extinto Pride, só coroou três atletas em sua curta história. A próxima edição, marcada para 31 de dezembro, tem dois brasileiros, Patricky “Pitbull” e Luiz Gustavo “Killer”, duelando pelo troféu de campeão do GP dos leves.

O próximo ano começa com várias chances de título para o país no UFC, com Paulo Borrachinha e Deiveson Figueiredo aguardando suas chances entre os médios (84kg) e moscas (57kg), enquanto o trio Marlon Moraes, José Aldo e Thiago Marreta caminha por uma nova oportunidade.

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