Mundial de Clubes 2020, um torneio com sotaque brasileiro

·2 minuto de leitura
Jogadores do Palmeiras celebram a conquista da Copa Libertadores

O Palmeiras encara o Mundial de Clubes da Fifa com o objetivo de alcançar um título que foi conquistado pela última vez por um time brasileiro há nove anos.

Mas caso o atual campeão da Copa Libertadores falhe nessa missão, o Brasil poderá ser representado por vários jogadores do país que atuam nas equipes que participam da competição disputada no Catar.

Desde que o Corinthians ergueu o troféu na edição de 2012, com uma vitória por 1 a 0 sobre o inglês Chelsea, nenhuma equipe brasileira repetiu esse feito, com Grêmio (2017) e Flamengo (2019) ficando pelo caminho.

Os últimos brasileiros que tiveram a oportunidade de erguer o precioso troféu foram o goleiro Alisson e o atacante Firmino, campeões em 2019 com o inglês Liverpool.

O Verdão, que entra na competição a partir das semifinais, onde enfrentará o vitorioso do confronto entre o mexicano Tigres e o sul-coreano Ulsan Hyundai nas quartas-de-final, tem 19 jogadores brasileiros entre os 23 inscritos na competição da Fifa, embora o técnico Abel Ferreira seja português, assim como toda a comissão técnica. Exceto o preparador de goleiros, o paulista Thales da Costa.

Mas em outras três equipes presentes no torneio há pelo menos um profissional nascido no Brasil, como o Tigres que é comandado pelo técnico carioca Ricardo Ferretti, ao lado do compatriota e auxiliar Anselmo Vendrechovski. Além disso, tem entre seus jogadores o volante Rafael Carioca.

Entre os outros participantes do Mundial, o alemão Bayern de Munique, atual dono da Liga dos Campeões, conta com o atacante Douglas Costa, e o Al Duhail tem Eduardo Pereira, que atua no ataque do time do Catar.

Embora sem chances de serem proclamadas campeãs do torneio, a árbitra Edina Alves e a auxiliar Neuza Back também representam o Brasil no Catar.

iga/dr/lca