Mulher ateia fogo no corpo por proibição nos estádios

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Mulheres iranianas em jogo da Copa do Mundo. (Foto: ATTA KENARE/AFP/Getty Images)
Mulheres iranianas em jogo da Copa do Mundo. (Foto: ATTA KENARE/AFP/Getty Images)

Sahar Khodayari, ativista iraniana que lutava pelo direito de mulheres assistirem jogos de futebol nos estádios do país, faleceu na última segunda-feira. Com apenas 30 anos de idade, ela não resistiu após ter ateado fogo no próprio corpo.

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O ato foi feito em protesto, do lado de fora de um tribunal da cidade de Teerã, depois de ser condenada a seis meses de prisão por ter tentado entrar em um estádio disfarçada de homem. Sahar foi hospitalizada com queimaduras graves em 90% do corpo, mas morreu após uma semana.

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Defensores do fim da proibição de mulheres nos estádios protagonizaram diversos protestos no Irã após a morte da ativista. O clube Esteghlal, para o qual ela torcia, publicou um comunicado se solidarizando com a família.

Ali Karimi, ex-meia do Bayern de Munique, também se manifestou nas redes sociais. O ex-jogador pediu que os iranianos boicotem os jogos em protesto pela morte de Sahar Khodayari.

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