MPT alega crime de desobediência por parte do Vasco ao não readmitir funcionários; entenda

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Enquanto seu departamento de futebol se movimenta para selar as últimas contratações visando a disputa da Série B, o Vasco da Gama, em seus bastidores políticos/administrativos, vive dias conturbados.

Como destaca o globoesporte.com, cerca de 80 funcionários demitidos em março pelo clube estiveram presentes em São Januário na última segunda-feira (24), na expectativa de que o Gigante da Colina os reintegrasse, por ordem do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RJ) e do Ministério Público. O Vasco da Gama, no entanto, se apega à liminar favorável obtida no Superior Tribunal do Trabalho, em Brasília, que suspende provisoriamente a ordem de reintegração partida do TRT-RJ.

A decisão judicial original determinava a reintegração dos186 funcionários no prazo de cinco dias e proibição de novas demissões coletivas sem prévia negociação. Diante do não-cumprimento da ordem por parte do clube - apoiado no efeito suspensivo da liminar obtida em Brasília -, o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Sindicato de Empregadores em Clubes entraram com uma petição, alegando que o Vasco cometeu crime de desobediência, que pode acarretar até mesmo pena de detenção.

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Alegando problemas financeiros e necessidade de reduzir seus gastos operacionais em 35%, o Cruzmaltino demitiu 186 funcionários no último mês de março. Na ocasião, o clube chegou a apresentar uma oferta de acordo coletivo com pagamento parcelado de indenizados até 2023, mas a proposta foi recusada pelos funcionários em assembleia.

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