Motivação continental: pela Sul-Americana e diferente da fase anterior, Vasco tenta voltar a vencer

Felippe Rocha
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Volte a fevereiro. Um vírus perigoso e pouco conhecido se espalhava da Ásia para a Europa. Nenhum paciente ainda diagnosticado com Covid-19 no Brasil. Tudo aconteceu no Rio, no Brasil e no mundo desde então. Mas foi naquele mês tão distante que o Vasco disputou os dois primeiros jogos pela Copa Sul-Americana. Tanta coisa mudou, inclusive no Cruz-Maltino. Você lembra?

O calendário do futebol esteve paralisado, e quase que ao mesmo tempo o então treinador, Abel Braga, deixou o clube. Mas era ele quem estava à beira do campo nos jogos contra o Oriente Petrolero, da Bolívia, nos dias 5 e 19 do segundo mês deste tão diferente 2020. Depois de Abel, Ramon Menezes teve vez, mas foi demitido há 20 dias. O atual comandante é Ricardo Sá Pinto.

Lá em fevereiro, o Vasco venceu em São Januário e empatou em Santa Cruz de la Sierra. Na zaga, era Werley quem formava a dupla titular com Leandro Castan. Agora, ele está atrás de Miranda e Ricardo Graça na fila.

Daquele time, Yago Pikachu perdeu posição recentemente para Cayo Tenório. Marcos Junior e Vinícius tentam se afirmar na equipe titular e dois jogadores então titulares foram vendidos: o volante Raul e o atacante Marrony.

Ainda no primeiro jogo daquela eliminatória, Cano fez o gol da classificação. Agora, porém, ele está lesionado. Quem ainda não estava no time era Benítez, que teve problema físico recentemente, mas deve voltar nesta quarta-feira. Com esse time, agora, o Cruz-Maltino tenta voltar a vencer. Como naquele 5 de fevereiro e como não ocorre há nove partidas.