Morre Bebeto de Freitas, 68, técnico da geração de prata do vôlei

Folhapress
Bebeto de Freitas em imagem de 2008. Foto: Gazeta Press

Bebeto de Freitas

Bebeto de Freitas em imagem de 2008. Foto: Gazeta Press

CAROLINA LINHARES

BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - O ex-jogador de vôlei, ex-técnico da seleção brasileira e dirigente Bebeto de Freitas morreu nesta terça-feira (13), aos 68 anos, em Belo Horizonte.

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Ele passou mal em uma cerimônia no Centro de Treinamento do Atlético-MG, onde trabalhava. A assessoria de imprensa do clube mineiro confirmou a morte do seu dirigente na tarde desta terça.

"Sempre gostei de gente de bem e honesta ao meu lado. Por isso gostava de estar perto de você. Encontramos mais tarde, Bebeto", escreveu o prefeito de Belo Horizonte e ex-presidente do Atlético-MG.

Bebeto de Freitas foi o responsável por comandar uma verdadeira revolução no vôlei brasileiro. Foi com ele que o Brasil despontou no esporte. Sob o seu comando, a seleção brasileira masculina passou a se tornar protagonista, com o vice-campeonato mundial em 1982.

Dois anos depois, conseguiu um feito ainda mais importante: comandou a equipe na conquista da medalha de prata na Olimpíada de Los Angeles-1984, numa equipe em que brilharam William, Montanaro, Renan e Bernard, entre outros.

Sobrinho do jornalista João Saldanha, Bebeto tinha temperamento forte e não foram poucas as vezes em que entrou em confronto com dirigentes importantes do esporte brasileiro.

Entre eles Carlos Arthur Nuzman, ex-presidente da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) e do COB (Comitê Olímpico do Brasil).

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