Falha em pneus suspende circulação de trens no monotrilho de SP nesta segunda

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Monotrilho teve operação paralisada nesta segunda-feira por falhas nos pneus. (Foto: Getty Images)
Monotrilho teve operação paralisada nesta segunda-feira por falhas nos pneus. (Foto: Getty Images)

A circulação de trens do Monotrilho de São Paulo (linha 15-prata) foi suspensa nesta segunda-feira (2). Neste final de semana, a linha já havia sido fechada para a realização de testes, segundo informou o Metrô, o responsável pelo Monotrilho.

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Uma falha no pneu de uma composição, registrada na última quinta-feira (27), motivou a paralisação do serviço para reparos. O Metrô informou que ao menos 50 ônibus do Paese (sistema de emergência da SPtrans) atendem os passageiros afetados entre as estações São Mateus e Vila Prudente.

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Apesar do serviço, que estará em vigor até a 0h desta terça (3), muitos passageiros enfrentaram ônibus lotados e trânsito congestionado na região. A circulação dos trens foi interrompida porque a própria fabricante das composições, a companhia Bombardier, pediu que os 23 trens que circulam pela linha 15 fossem recolhidos para manutenção.

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"Por excesso de cautela, recomendamos que o Metrô de São Paulo removesse a frota de 23 trens de serviço para que a nossa equipe de especialistas do Canadá pudesse realizar as inspeções necessárias", disse a Bombardier, por meio de nota.

A empresa afirmou ainda que em parceria com seus fornecedores de rodas e pneus, está trabalhando 24 h por dia "para inspecionar os trens, determinar a causa do incidente, desenvolver uma solução e apresentar medidas corretivas ao Metrô de São Paulo".

Já o Metrô explicou que os testes realizados na linha neste fim de semana "constatou a incidência de danos em outros pneus dos trens do monotrilho".

Ainda de acordo com o Metrô, a Bombardier foi acionada imediatamente e verificou que os "dispositivos chamados 'Run Flat' estão causando as alterações".

Os "Run Flat" são dispositivos que ficam nas rodas e garantem a movimentação do trem em casos de anormalidades, como pneus furados ou murchos.

"O Metrô está cobrando da Bombardier e do Consórcio CEML, que construiu a via, providências urgentes para a identificação da causa da ocorrência, a sua correção e também que eles arquem com todos os prejuízos decorrentes desta paralisação", disse o Metrô, por meio de nota.

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