Ministério Público pede arquivamento de denúncia de estupro contra Robson Bambu

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Ministério Público pediu arquivamento de denúncia contra Robson Bambu, do Corinthians (Foto: Rodrigo Coca/Ag. Corinthians)
Ministério Público pediu arquivamento de denúncia contra Robson Bambu, do Corinthians (Foto: Rodrigo Coca/Ag. Corinthians)

Nesta segunda (16), o Ministério Público de São Paulo pediu o arquivamento da investigação que apurava uma denúncia de estupro contra o zagueiro Robson Bambu, do Corinthians. Um juiz ainda precisa concordar com a decisão do promotor Marcio Takeshi Nakada para que o caso seja arquivado.

Para Nakada, “não há indícios suficientes nem justa causa para a deflagração de ação penal contra os investigados Wellington e Robson”. Wellington, conhecido como Pezinho, também era citado no caso. “Diante do exposto, por falta de justa causa, promovo o arquivamento dos presentes autos de inquérito policial."

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No dia 5 de maio, a Polícia Civil de São Paulo concluiu o inquérito sobre o suposto estupro cometido contra uma mulher de 25 anos no dia 3 de fevereiro deste ano. Um resumo do inquérito, feito pela delegada Katia Domingues Salvatori já indicava que o jogador não seria indiciado, ou seja, que ele não foi apontado como o provável autor do crime.

Em contato feito com o UOL Esporte, a mulher contou que ela, o jogador, uma amiga e Wellington Sobral, o 'Pezinho', amigo de Bambu, deixaram uma casa noturna no começo da manhã e foram para o hotel, onde ela perdeu a memória: "A gente saiu da balada umas seis horas da manhã e fomos direto para o carro do Pezinho, que estava estacionado em frente e fomos para o hotel. A partir da recepção eu não me recordo de muita coisa. O máximo que eu me recordo foi de entrar no quarto e me deitar com o Pezinho, o restante não me recordo de mais nada. Eu lembro de estar deitada na cama, eu senti alguém mexendo na minha parte de baixo e, quando eu abri os olhos, não era o Pezinho, que estava do meu lado, só assistindo tudo, como se fosse um entretenimento. Quando eu olhei para cima, era o Robson que estava em cima de mim completamente nu, com a mão dentro de mim".

De acordo com uma nota oficial emitida pela defesa de Robson Bambu, não é possível revelar as provas de sua inocência por causa do respeito à investigação que ainda está em curso pelo Ministério Público: "Fatos, testemunhos e vídeos contundentes a respeito da sua inocência e dos prováveis motivos que levaram a denunciante a mentir já foram juntados aos autos. O caso já está sendo devidamente conduzido pelo poder público. Enquanto a investigação não tem desfecho, manifestações na imprensa sobre o mérito do caso configuram violação de sigilo, desrespeito à Polícia e ao Ministério Público e tumulto processual. Lançar a opinião pública contra os agentes do Estado e expor o jogador para atingir sua reputação são estratégias rasteiras de constrangimento".

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