Ministério da Saúde promete a governadores mais 11 milhões de doses da vacina contra covid ainda em fevereiro

Ana Paula Ramos
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A health worker from the Ministry of Health Department for Indigenous Health adminsters a second doses of a COVID-19 vaccine to a woman in Sao Pedro do rio Arapiun, in the Lower Amazon region of the state of Para, near Santarem in Brazil, on February 15, 2021. (Photo by Tarso SARRAF / AFP) (Photo by TARSO SARRAF/AFP via Getty Images)
A health worker from the Ministry of Health Department for Indigenous Health adminsters a second doses of a COVID-19 vaccine to a woman in Sao Pedro do rio Arapiun, in the Lower Amazon region of the state of Para, near Santarem in Brazil, on February 15, 2021. (Photo by Tarso SARRAF / AFP) (Photo by TARSO SARRAF/AFP via Getty Images)

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (17) que vai distribuir 230,7 milhões de doses de vacina contra a covid-19 até julho.

Governadores se reuniram hoje com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para tratar do cronograma de entrega de vacinas até o mês de abril.

De acordo com o ministério, a previsão é que 11,3 milhões de doses sejam entregues ainda em fevereiro aos estados, sendo dois milhões da vacina de Oxford, importada da Índia, e 9,3 milhões da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan.

O governador do Piauí, Wellington Dias, afirmou que outro assunto da pauta é a solução da farmacêutica União Química com a vacina Sputinik e outras alternativas de vacinas.

O ministro da Saúde afirmou que o governo federal deve assinar contrato nesta semana com a União Química, que produz a vacina Sputinik V, e com a Precisa, responsável pela Covaxin. As primeiras 400 mil doses da Sputinik V já chegariam ao país em março, vindas da Rússia. Ainda em março, a pasta espera receber 8 milhões de doses da Covaxin.

O cronograma do primeiro semestre já prevê as doses fornecidas por essas farmacêuticas.

"Totalizaremos até 31 de julho quase 231 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19, ou seja, o suficiente para dar tranquilidade de proteção à população contra essa doença”, afirmou o ministro Eduardo Pazuello em nota enviada pelo Ministério da Saúde.

Diversas cidades interromperam na terça-feira a vacinação devido ao fim dos estoques de vacinas contra covid-19.

LEITOS DE UTI

Os governadores também cobraram o pagamento das UTIs (Unidades de Tratamento Intensivo) em funcionamento em janeiro e a ampliação no número de leitos para atender o crescimento da demanda.