Ministério da Saúde gastou R$ 1,3 milhão em campanha de marketing da covid com influenciadores

Redação Notícias
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Flávia Viana
Flávia Viana

O Ministério da Saúde gastou R$ 1,3 milhão com uma campanha em que influenciadores digitais foram pagos para falarem sobre o coronavírus em suas contas no Instagram e no YouTube. Os dados foram obtidos pela Fiquem Sabendo, agência especializada na Lei de Acesso à Informação.

Além dos cachês de influenciadores, o valor inclui custos com produção e agências de marketing.

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A campanha foi promovida de março a julho e dividida em três fases: medidas de prevenção, TeleSus e desenvolvimento infantil.

A primeira fase custou R$ 400 mil. Desse valor, R$ 18 mil foram pagos a cinco influenciadores: Estevam pelo mundo (R$ 6 mil), Prof. Paulo Jubilut (R$ 4 mil), Nerd Show (R$ 5 mil), Vovó de seis (R$ 2 mil) e Vovó Janete (R$ 1 mil).

Na segunda etapa, com custo de R$ 500 mil, o pagamento destinado a influenciadores foi maior, de R$ 31,5 mil, para Nanda Caroll (R$ 5 mil), Camila Loures (R$ 7,5 mil), Henrique e Diego (R$ 3 mil), Igão (R$ 6 mil) e Flávia Viana (R$ 10 mil).

Os cachês da terceira fase custaram R$ 16,4 mil, de um total de R$ 400 mil. Foram contratados: Shantal (R$ 8 mil), Thalia Rodrigues (R$ 2 mil), Priscila Brenner (R$ 1,4 mil), Talita Ramos (R$ 3 mil) e Jessika Taynara (R$ 2 mil).