Mick Schumacher segue caminho do pai na Fórmula 1 até nas iniciais do nome

Alan Baldwin
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Mick Schumacher durante teste em Abu Dhabi

Por Alan Baldwin

LONDRES (Reuters) - As letras MSC na tela de tempo da Fórmula 1 já indicaram a dominância do heptacampeão mundial da categoria Michael Schumacher, mas nesta temporada elas apontam a presença de seu filho, Mick, nas pistas.

O gigante da Ferrari adotou a abreviação para se diferenciar de seu irmão mais novo, Ralf, nas telas que exibem normalmente as primeiras três letras do sobrenome de cada piloto, mas Mick tem sua própria justificativa.

Depois de vencer a Fórmula 2 de 2020 acompanhado das letras SCH, o terceiro Schumacher a competir no automobilismo pediu à F1 - hoje dirigida pelo ex-diretor da Ferrari Stefano Domenicali - para mudar de sigla.

"Eu queria aquele MSC", disse o piloto de 21 anos da Haas a jornalistas durante os testes de pré-temporada no Barein, antes de sua estreia na F1 no dia 28 de março. "É um laço emocional que tenho com ele".

"Eu também acho que é bem legal para todos assistindo as telas de tempo ver de novo o MSC de volta. Eu acho que há algo positivo nisso".

Há aqueles que esperam que o nome famoso traga sua própria magia, mas Mick já mostrou em seus anos nas categorias de base que é bem fundamentado. Para ele, levar o nome Schumacher de volta ao grid de largada é mais uma fonte de orgulho do que de pressão.

"Eu estou muito feliz em carregar esse sobrenome, e estou muito feliz de levar esse nome de volta à Fórmula 1, e estou muito orgulhoso disso", afirmou o alemão nascido na Suíça no lançamento de seu novo carro, que tem motor Ferrari.