Mesmo sem exigência da WSL, surfistas brasileiros estão vacinados para a temporada 2022

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·2 min de leitura
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Kelly Slater
    Kelly Slater
    Surfista estadunidense
SAN CLEMENTE, CALIFORNIA, USA - SEPTEMBER 7: Two-time WSL Champion Gabriel Medina, WSL World Champion Italo Ferreira and Tatiana Weston-Webb of Brazil at the press conference prior to the commencement of the Rip Curl WSL Finals on September 7, 2021 at Lower Trestles, San Clemente, California. (Photo by Thiago Diz/World Surf League via Getty Images)
Dez atletas brasileiros garantiram a imunização, enquanto Kelly Slater, 11 vezes campeão mundial, é contra as vacinas. Foto: (Thiago Diz/World Surf League via Getty Images)

Restando pouco mais de duas semanas para a estreia da temporada de 2022 do circuito profissional da World Surf League (WSL) e em meio às polêmicas envolvendo atletas vacinados na Austrália, um alerta pairou sobre os surfistas brasileiros que disputarão o WCT. Serão dez representantes do país nesse ano, nove no masculino e Tati Weston-Webb no feminino.

Gabriel Medina, Filipe Toledo, Italo Ferreira, Yago Dora, Deivid Silva, Jadson André, Miguel Pupo, Samuel Pupo e João Chumbinho, além de Tati, confirmaram que estão vacinados e não passarão pelo problema que Medina teve na última temporada, quando não poderia disputar a etapa do Taiti por não estar vacinado. A etapa acabou sendo cancelada por surto de Covid-19 na ilha e não prejudicou o desempenho de Gabriel no campeonato.

Leia também:

A WSL respondeu ao Globo informando que a maioria dos atletas e do staff está imunizada com as vacinas: "Estamos em contato próximo com os atletas para ter certeza de que estão saudáveis. As informações médicas pessoais são privadas, mas a ampla maioria dos atletas e staff da WSL está vacinada".

Kelly Slater, surfista americano 11 vezes campeão mundial, a exemplo de Novak Djokovic, é contrário à aplicação das vacinas e deve ter dificuldade de acessar alguns países em que serão disputadas etapas do Mundial. Quase com 50 anos, Kelly considera saber mais que 99% dos médicos e classifica a Covid-19 como: "doença dos obesos, idosos e não saudáveis". Em resposta ao experiente surfista, o australiano Adrian Buchan fez uma comparação dizendo que não pediria para médicos lhe indicarem pranchas para surfar as ondas de Pipeline e, consequentemente, não ouviria surfistas sobre questões médicas.

A etapa de Pipeline, inclusive, será a primeira da temporada. A janela começa no dia 29 de janeiro e passará pelo Brasil, em Saquarema (Rio de Janeiro) entre os dias 27 de junho e 4 de julho.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos