Mesmo após prisões, COB mantém repasse de verbas para a CBDA

Carlos Arthur Nuzman está preso em Benfica, na zona norte do Rio de Janeiro (foto:Heitor Vilela/COB)

Diante do cenário caótico ao qual se encontra a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) assegurou, nesta sexta-feira, a manutenção do repasse de verbas para à CBDA. A medida evitar que o caos financeiro da Confederação atinja ainda mais aos atletas.

O COB afirmou ainda que trabalhará ao lado do interventor judicial, Gustavo Licks, que será responsável por comandar a CBDA até a realização de eleições. Os Correios anunciaram, na última quinta-feira, que rescindirão o contrato de patrocínio com a CBDA, renovado este ano.

Confira, na íntegra, a nota do COB:

'Todos os fatos levantados sobre a CBDA devem ser apurados com o rigor da lei. O repasse das verbas vindas da loteria federal para as Confederações segue critérios rígidos. Todas as prestações de contas são auditadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Controladoria Geral da União (CGU).

Para assegurar que a preparação dos atletas dos desportos aquáticos não seja interrompida, o Comitê trabalha com o administrador judicial da CBDA, Gustavo Licks, para dar continuidade aos projetos esportivos a serem financiados pela Lei.

Agora em março, por exemplo, o COB arcou com as despesas da atleta Poliana Okimoto e equipe para treinamento em altitude Flagstaff/Arizona, nos Estados Unidos'








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