Mercedes detona sugestão de Ferrari e Red Bull sobre motores: "Insulto"

Luke Smith
·3 minuto de leitura

Chefe de equipe da Mercedes, Toto Wolff detonou as sugestões da Red Bull e da Ferrari de que a Fórmula 1 deveria introduzir um sistema para convergência de desempenho de motores em 2022, dizendo que seria "um insulto".

A F1 está avaliando um possível congelamento no desenvolvimento do motor em 2022, a fim de permitir que a Red Bull continue usando as unidades de potência da Honda após a saída da fabricante japonesa da categoria no final do próximo ano.

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A Ferrari revelou que não é mais contra o congelamento do motor, deixando apenas a Renault em oposição aos planos. O chefe do time de Maranello, Mattia Binotto, e o chefe da equipe Red Bull, Christian Horner, disseram que seria necessário um mecanismo para a convergência da unidade de força, garantindo que não houvesse grandes diferenças no desempenho durante o congelamento.

Já o chefe da equipe Mercedes, Wolff, afirmou anteriormente que o equilíbrio dos sistemas de desempenho "não tem lugar" na F1. Neste sábado, reafirmou que não viu nenhuma diferença na proposta de Binotto e Horner.

"Não vejo nenhuma diferença e acho que este seria o começo do fim [da F1]", disse Wolff. “A unidade de potência não é medida apenas pela potência máxima, mas está sujeita à dirigibilidade, ao peso, ao resfriamento. A introdução de uma fórmula simples que se adapta a todos não é possível. Não é algo que a Mercedes endossaria", endossou o dirigente austríaco, que comanda as Flechas de Prata desde 2013.

Wolff foi ainda mais longe quando questionado sobre a possibilidade de um sistema de tokens ser reintroduzido para permitir que os fabricantes 'recuassem', dizendo que era um "insulto" tal sugestão ser feita.

"Tínhamos um sistema de tokens no passado quando os regulamentos foram publicados e, como alguns de nossos colegas desejavam que os tokens fossem removidos, concordamos com sua remoção", disse Wolff.

“Agora, alguns de nossos colegas voltam com uma ideia de sistema de convergência, o que, honestamente, é um insulto. Quando você olha para os últimos anos e para o desenvolvimento do motor, a Ferrari foi claramente a mais potente em 2018 e, de longe, a melhor em 2019."

"Nós desenvolvemos nosso motor, continuamos a ultrapassar os limites e trouxemos algo para a pista em 2020 que esperávamos alcançar. É por isso que não consigo compreender que qualquer fabricante de automóveis que confie em suas habilidades para desenvolver uma unidade de potência e um chassi queira algum tipo de mecanismo que 'equilibre' as unidades de potência. Não acho que alguém aceitaria tal humilhação em público".

"A F1 deve ficar muito, muito longe disso", destacou o dirigente.

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