Menin x Leila: duelo de bilhões, jatinhos e muito investimento

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Leila Pereira e Rubens Menin, juntos, já investiram mais de R$ 1 bilhão em seus clubes (Montagem sobre fotos de divulgação)
Leila Pereira e Rubens Menin, juntos, já investiram mais de R$ 1 bilhão em seus clubes (Montagem sobre fotos de divulgação)

Uma das atrações do duelo entre Palmeiras e Atlético-MG, marcado para as 21h30 desta terça-feira, pela semifinal da Libertadores, é o fato de ambos serem apoiados pelos bilionários Leila Pereira e Rubens Menin. Mas as perguntas que não querem calar são: quem tem mais dinheiro e fez maior investimento?

A primeira resposta é relativamente simples: Menin tem bem mais grana do que a rival palmeirense. Suas empresas, somadas, têm um valor estimado de algo na casa dos R$ 25 bilhões, contra R$ 4,5 bilhões das empresas administradas por Leila.

O patrimônio pessoal do engenheiro atleticano também é maior. De acordo com a Revista Forbes, ele ocupa a 1.444ª no ranking dos mais ricos do mundo, com uma fortuna estimada de US$ 2,2 bilhões ou R$ 11,7 bilhões. Já Leila não figurou na relação da revista.

Menin é dono da construtora MRV, do Banco Inter, da empresa de logística Log, além das emissoras CNN Brasil e Rádio Itatiaia, entre outras. Já Leila, que é jornalista de formação e vascaína na infância e adolescência, tem ao lado de seu marido, José Roberto Lamacchia, a financeira Crefisa, a Faculdade das Américas, além de outras nove empresas pequenas.

Se Menin ganhou quando o assunto foi riqueza, Leila aparece na frente quando a pauta é investimento no clube do coração. Desde 2015 no Palmeiras, a empresária colocou entre R$ 600 milhões e R$ 700 milhões em patrocínio, reforços, salários e construção de um centro de recuperação para atletas na Academia de Futebol.

O apoiador atleticano colocou cerca de R$ 500 milhões no time do coração, é bem verdade em bem menos tempo que a rival. Os primeiros aportes dono dono da MRV começaram no ano passado, depois da saída de Dudamel. Desde então, ele já emprestou aproximadamente R$ 400 milhões e ainda cedeu o terreno do futuro estádio (espaço estimado em R$ 49 milhões) e comprou os naming rights da arena por outros R$ 60 milhões.

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