Medalhômetro: as chances de pódio do Brasil em Tóquio

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A maior delegação brasileira em Jogos Olímpicos no exterior, com mais de 300 representantes, e a inclusão de modalidades em que atletas do país costumam dar as cartas no cenário internacional — casos do skate e do surfe — elevam as expectativas por um bom desempenho do Time Brasil em Tóquio, a partir desta sexta-feira. Há cinco anos, quando recebeu a competição, no Rio, os anfitriões terminaram em 13º lugar no quadro geral: sete ouros, seis pratas e seis bronzes — a melhor classificação final da História.

É um sarrafo que os brasileiros terão trabalho para superar no Japão. Para avaliar as possibilidades de pódio, o GLOBO escalou 50 especialistas olímpicos — entre atletas, ex-atletas e jornalistas —, que foram convidados a avaliar 92 chances do Brasil, em todas as modalidades de que o país participa. Eles avaliaram um a um, atribuindo uma porcentagem de chance de cada atleta ir ao pódio. Na apuração, os três prognósticos mais otimistas e os três mais pessimistas foram descartados, ajudando a balizar melhor a média final das notas.

O resultado está no Medalhômetro do GLOBO, disponível também no site. A versão digital conta ainda com um breve resumo com os principais resultados de cada um.

Entre os favoritos, sete se destacam. A seleção masculina de vôlei, que busca o tetracampeonato em Tóquio a partir de hoje, às 23h05 (de Brasília), contra a Tunísia, obteve 96% de chances de pódio, segundo os votos dos especialistas. Lidera a listagem ao lado do surfista Gabriel Medina, bicampeão mundial. Ele é o representante do país na estreia do esporte, ao lado de Italo Ferreira, atual campeão da WSL, que vem logo atrás, com 95% — uma dobradinha mais que bem-vinda.

Único brasileiro a conquistar três medalhas em uma mesma edição, Isaquias Queiroz busca, enfim, seu primeiro ouro. Para isso, o baiano terá duas chances na C1 e C2 1.000, e figura entre os principais nomes.

Na sequência, o favoritismo é feminino. Agatha e Duda, a melhor dupla do ranking de vôlei de praia, disputam a primeira Olimpíada juntas. Outro dueto conhece o caminho do pódio: Martine Grael e Kahena Kunze tentam manter o título a 49er FX.

Modalidade estreante, o skate chama atenção não só pela presença de Pâmela Rosa no grupo acima de 90%. Além dela, Rayssa leal e Letícia Bufoni aparecem logo abaixo, mostrando uma grande expectativa por pódio inteiramente brasileiro pela primeira vez. Elas disputam o street, domingo.

A lista segue com nomes experientes, medalhistas olímpicos e outros em ascensão no circuito mundial. O que mostra que o Brasil está bem representado e, acima de tudo, cheio de atletas dispostos a suar para surpreenderem.

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