Maurício Souza diz que diretor e presidente do Minas 'fizeram o máximo' para mantê-lo no time

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Após ser demitido do Minas Tênis Clube por se envolver em um caso de homofobia na internet, o jogador de vôlei Maurício Souza continua ativo nas redes sociais. Nesta quinta-feira, ele publicou um vídeo onde diz "esclarecer" os fatos que levaram ao seu desligamento da equipe.

O atleta afirma que sua saída não foi culpa do clube, e que o diretor e presidente do Minas "fizeram o máximo" para mantê-lo no time.

— Estou passando aqui para esclarecer uma coisa muito importante que está saindo aí que o Minas me mandou embora. O Minas não teve culpa nenhuma. A culpa disso tudo foi da turma da lacração fazendo pressão em cima do patrocinadores ta, que acarretou no patrocinador ameaçar o Minas de tirar o patrocínio tanto do masculino quanto do feminino, e isso aí ficou insustentável — começa dizendo Maurício.

— O meu diretor Elói e o meu presidente Ricardinho fizeram o máximo para me segurar na equipe. Fizeram o possível e o impossível. Infelizmente o time não aguentaria perder tantos patrocínio, e aconteceu o que aconteceu. Mas eles foram homens de verdade, o que eu respeito e admiro. Não foi culpa deles não — conclui.

Ainda nesta quinta-feira, Maurício fez uma publicação provocativa com uma foto de um casal de heróis héteros se beijando. A mesma imagem foi compartilhada no perfil de Flávio Bolsonaro minutos antes.

Na última quarta-feira, o Minas Tênis Clube anunciou o desligamento de Maurício. No último dia 12, o jogador se envolveu em uma polêmica ao criticar a história em quadrinhos do novo Super-Homem, na qual há um beijo entre o personagem e uma pessoa do mesmo sexo.

"Ah é só um desenho, não é nada demais. Vai nessa que vai ver onde vamos parar...", escreveu o jogador. Ele ainda criticou a decisão da TV Globo de usar pronome neutro nas novelas, em respeito a pessoas que preferem não se identificar a um gênero específico.

O caso gerou uma crise entre os companheiros de equipe e patrocinadores, que pediram ao clube “medidas cabíveis”, tendo em vista que Maurício realizou um discurso de ódio.

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