Pai de Marinho revela ansiedade em acerto com o Flamengo: "Sempre acreditei"

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·2 min de leitura
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Marinho em sua apresentação no Flamengo (Foto: Gilvan de Souza/CR Flamengo)
Marinho em sua apresentação no Flamengo (Foto: Gilvan de Souza/CR Flamengo)

José Carlos, desde criança, abraçou o seu lado flamenguista. Já havia morado no Rio de Janeiro muito antes de ser pai. Trabalhava em uma oficina mecânica e assistia aos jogos do Flamengo sempre que possível, naqueles seis anos que hoje parecem distantes. Quando tivesse um filho, ele pensava, se ele tivesse a bênção de ser jogador de futebol, que pelo menos uma vez vestisse a camisa rubro-negra.

O menino nasceu em 1990 e a ele foi dado o nome de Mário Sérgio Santos Costa. Pelo Brasil, gostam de chamá-lo de Marinho – e, às vezes, porque não, de 'minimíssil aleatório'. Ele foi anunciado nesta sexta-feira (28) pelo Flamengo, com todas as declarações possíveis: um vídeo em que comenta o sonho do pai, cinco curiosidades sobre sua vida, encontro com Paulo Sousa…

Leia também:

Em Penedo, no interior de Alagoas, o pai José Carlos estava apreensivo até o começo da manhã. Já havia assistido nos noticiários que a negociação estava certa, mas lembrou de todas as vezes em que houve esse tipo de especulação e ficou na mistura de expectativa e ansiedade.

"Meu sonho era que o Marinho jogasse no Flamengo. Sempre diziam que ele iria, que estava perto, que não sei o quê, mas eu queria ver. Tinha que ter anúncio. E quando eu vi hoje de manhã, meu Deus… Ele está realizando meu sonho mesmo. Agora, só posso torcer para que o meu filho faça um grande ano defendendo esse clube maravilhoso", disse, por ligação.

Aos 60 anos, o pai de Marinho não consegue se ver longe do futebol. Apesar da ajuda do filho e dos pedidos para que José Carlos descanse, para que não trabalhe mais, o homem não consegue. Ele gosta de estar na rua, perto dos campos de futebol, e faz porque gosta. Não há quem tire esse desejo da cabeça dele, nem mesmo o filho.

Com a transferência de Marinho para o Flamengo, a conversão de rubro-negros na família está praticamente completa. Faltava somente a mãe do jogador, Eliene, que nunca foi torcedora de time algum.

"A minha esposa sempre foi Marinho, em qualquer time em que ele estivesse. Aí, agora que ele está no Flamengo, eu já disse a ela: 'Agora você é Flamengo'", conta José, aos risos. "Eu torço para o Flamengo desde criança, minhas netas são Flamengo, todo mundo aqui é Flamengo. Na primeira oportunidade que eu tiver de ir lá no Maracanã assistir a um jogo do Marinho, eu vou. Não tem como perder uma oportunidade dessas."

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos