Marcelo Teixeira rebate críticas de vice do Santos: 'Não guarda o respeito'

Fábio Lázaro*
LANCE!


O presidente do Conselho Deliberativo do Santos, Marcelo Teixeira, rebateu as críticas feitas pelo vice do clube, Orlando Rollo, que na última quinta-feira, em live com o jornalista Fellipe Camargo, afirmou que o responsável pelo CD era um “palhaço que deixava o Peres fazer o que quer”.

Em contato exclusivo com o LANCE!, Teixeira repudiou a fala, dizendo que a postura reflete a falta de respeito do vice-presidente santista junto ao egrégio.

– Menções desrespeitosas com as quais se referiu ao presidente do egrégio Conselho Deliberativo, o que obviamente não deve condizer com a postura de um dirigente que pretende manter uma relação harmônica e respeitosa entre os poderes do clube, o que atinge o próprio colegiado, demonstrando que não guarda o devido respeito pelos representantes dos associados junto à Administração Superior da entidade – disse.




Marcelo relembrou decisões do Conselho Deliberativo que favoreceram Rollo, mas acredita que o desejo do vice é usar do CD como “trampolim à presidência do clube”.

– Gostaria de lembrar-lhe que, dentre tantas deliberações durante este mandato, demos encaminhamento ao primeiro processo de impeachment ao mandatário da diretoria na história do Santos FC, bem como o plenário do Conselho, por sua maioria, também anulou uma portaria do presidente do Executivo que impedia o vice-presidente de cumprir suas funções estatutárias. Talvez o que ele (Rollo) pretenda é que, para satisfação de seu sentimento de animosidade para com o presidente Peres, o Conselho Deliberativo lhe servisse como trampolim à presidência do clube – afirmou.

- Cada qual foi eleito em suas respectivas funções, devem assumir responsabilidades, trabalhar ativamente pela entidade, sem tentar dar desculpas imputando a terceiros quando a necessidade é assumir e apresentar resultados de suas ações de acordo com os anseios e a confiança do quadro associativo que os elegeu - completou.

Orlando Rollo e José Carlos Peres estão rompidos desde o primeiro semestre de 2018, meses após o início da gestão, eleita no fim de 2017. Nova eleição presidencial é prevista para a primeira quinzena de dezembro.

* Sob supervisão de Vinícius Perazzini








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