Lugano critica simulações de Neymar: "Não é legal fazer isso em Copa do Mundo"

Goal.com
Neymar durante a vitória do Brasil sobre a Costa Rica (Ian MacNicol/Getty Images)

Neymar

Neymar durante a vitória do Brasil sobre a Costa Rica (Ian MacNicol/Getty Images)

Em evento na Casa da Conmebol, em Moscou, o ex-jogador da seleção uruguaia, Diego Lugano, lamentou a atuação de Neymar durante os jogos do Brasil.

Você já viu o novo app do Yahoo Esportes? Baixe agora!

Na última sexta-feira (22), o craque do Paris Saint-Germain marcou o seu primeiro gol na Copa do Mundo da Rússia, no último minuto dos acréscimos contra a Costa Rica, garantindo a vitória por 2 a 0. Entretanto, durante a partida, o camisa 10 foi alvo de diversas faltas, entre elas um suposto pênalti, que acabou sendo anulado pelo árbitro de vídeo (VAR).

Role para baixo para continuar lendo
Anúncio

“Essas simulações, esses saltos, não é legal fazer isso em Copa do Mundo”, disse Lugano. Na partida de estreia do Brasil, contra a Suíça, Neymar se tornou o jogador com mais faltas em uma partida de Copa do Mundo desde 1998.

"Talvez Neymar tenha uma linguagem corporal construída que não é bem vista entre os jogadores. Isso é uma realidade, um fato", acrescentou o atual dirigente do São Paulo. “Messi, Cristiano, Suárez e Agüero também recebem marcação forte, mas com respeito. Neymar precisa ir com mais desejo", disse ele. "Alguma coisa está ruim".

Lugano também comentou sobre a mídia brasileira enaltecer as faltas em cima de Neymar. "Se em todas as partidas fizerem três faltas nele, ele está sendo ‘caçado’ como dizem no Brasil", reclamou o uruguaio. "Deixem que eles ‘quebrem ovos’ com o jogador ‘caçado', porque em todos os países, sul-americanos e europeus, ele é marcado de forma diferente."

Leia mais:
– Veja a nossa página especial de Copa
– Marquezine e de irmã de Ney na Rússia podem ter violado regras da Fifa
– Com lesão muscular, Douglas Costa está vetado para enfrentar a Sérvia

O próximo duelo do Brasil será contra a Sérvia, pela última rodada da fase de grupos, na quarta-feira (27), a partir das 15h (de Brasília).

Leia também