Liga de Clubes quer investir quase 6 bilhões de reais e aguarda oferta oficial em janeiro

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Liga tiraria a organização do campeonato nacional da CBF. Foto: Fabio Teixeira/NurPhoto via Getty Images
Liga tiraria a organização do campeonato nacional da CBF. Foto: Fabio Teixeira/NurPhoto via Getty Images

A Liga de Clubes voltou a ser pauta no futebol brasileiro. Após um documento assinado por 19 clubes ser enviado em junho para a CBF, o assunto gerou discussões e os desentendimentos quase fizeram o projeto ser esquecido antes mesmo de começar.

Mas ao que parece, em 2022 a liga, que tem como objetivo organizar um campeonato em substituição ao Brasileiro, deve apresentar propostas para que o projeto vingue já em 2023.

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Agora os clubes devem analisar a proposta que ser apresentada pela Codajas Sports Kapital, representada por Flavio Zveiter, Ricardo Fort e Lawrence Magrath. Na primeira proposta o compromisso de investimento era de 1 bilhão de dólares (cerca de R$ 5,7 bilhões).

Nesta proposta estariam contemplados a compra de 25% da Liga e um vinculo de 75 anos com a verba vindo de uma empresa dos Estados Unidos, a Advent International.

Os clubes precisam se mexer já que o prazo dado de 60 dias está chegando ao fim e a Codajas deve fazer uma proposta definitiva. O planejamento da empresa é que a apresentação seja feita até o dia 15 de janeiro.

Antes disso, representantes da companhia planejam visitar os dirigentes para explicar os detalhes da oferta. Dos 20 clubes da Serie A, 16 já assinaram o pré-acordo com a Codajas. Somente América-MG, Athletico-PR, Sport e Juventude não concordaram com a minuta da proposta inicial.

Um dos pontos que está em discussão é quanto cada clube irá receber. Já é certo que a quantia repassada a eles não será igual e um ranking será elaborado pela empresa, o levando em consideração fatores como o desempenho dos clubes no Campeonato Brasileiro, o tamanho das torcidas, a capacidade dos clubes em levar esses fãs aos estádios e o volume de vendas de pay per view.

Além da Codajas pelo menos outras três companhias, uma americana e duas britânicas, sendo uma delas com capital árabe, também tem conversas com os dirigentes e devem apresentar propostas aos clubes.

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