Landim defende gramado do Maracanã e se entusiasma com início de Jorge Jesus no Fla

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Rodolfo Landim, acompanhando um treino da Seleção Brasileira. Foto: Pedro H. Tesch/Agif/Gazeta Press
Rodolfo Landim, acompanhando um treino da Seleção Brasileira. Foto: Pedro H. Tesch/Agif/Gazeta Press

Rodolfo Landim é o chefe da delegação brasileira que disputa a Copa América. O presidente do Flamengo tem gostado do ambiente do grupo e do trabalho desenvolvido pela comissão técnica e jogadores.

Em entrevista exclusiva ao blog, na cobertura do torneio, Landim aposta no título, defende o gramado do Maracanã e rasga elogios a Jorge Jesus, novo treinador rubro-negro. Acompanhem.

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O que o Sr. tem achado do início do trabalho do Jorge Jesus?

Fui ao jogo-treino contra o Madureira. Tenho acompanhado todos os treinos que estão sendo feitos e na verdade, estamos corroborando tudo aquilo que a gente esperava, que conversou com o técnico, antes da escolha dele. Fizemos uma série de análises com potenciais candidatos para ocupar a vaga de técnico e o escolhemos pela qualidade do trabalho que ele vinha realizando ao longo de vários anos de carreira. Estamos muito felizes.

Reclamaram muito do gramado do Maracanã. O que fazer, próximo da final?

O gramado está tendo um descanso bom. Teve um jogo e temos um período de nove dias, uma parada boa. Acho que as maiores críticas não têm sido de fato ao Maracanã. As maiores críticas que eu ouvi foram a outros dois gramados, mas eu acredito que está sendo feito um bom trabalho de recuperação e espero que dê certo.

O Sr. está vendo Tite trabalhar de perto. Quem é melhor: Tite ou Jorge Jesus?

Eu só vi o Jorge Jesus trabalhar uma vez, mas estou vendo o Tite trabalhar. Não só o Tite, mas eu acho que todo grupo que trabalha junto, mostra um trabalho excepcional. Não é à toa que ele foi escolhido para ser o técnico da Seleção Brasileira.

Como está sendo chefiar a delegação da Seleção e o time será campeão?

Em primeiro lugar, está sendo uma experiência muito bacana. A gente pode acompanhar de perto um trabalho excepcional que está sendo feito pela CBF, com toda uma equipe técnica de altíssimo nível, jogadores engajados com espírito vencedor. Tudo aquilo que os brasileiros podem ter muito orgulho do que está sendo feito aqui. Para mim, tem sido uma enorme satisfação fazer parte disso tudo. Com relação a ganhar, a gente está muito confiante sim, dentro do grupo. Claro que com cautela, a gente sabe da dificuldade que é vencer um campeonato sempre, ainda tem mais um jogo pela frente, mas pelo trabalho e entrega que o pessoal está tendo em campo, tenho uma expectativa muito alta que a gente poderá sim, ser vencedor.

Jogar no Maracanã é fundamental e torna a Seleção favorita?

Eu acho que jogando no Brasil, a Seleção Brasileira é favorita sempre. Jogando fora do Brasil, também é, acredito, particularmente, mas no Brasil mais ainda. Agora, nesse caso específico, a gente sabe que há dificuldades. É um campeonato difícil, mas estamos confiantes e achamos que temos que levar esse favoritismo para dentro de campo, fazer valer, com o espírito que essa garotada está tendo, pela qualidade do trabalho que está sendo executado, acho que veremos um resultado muito bom.

Landim ainda foi questionado sobre Filipe Luís, mas preferiu não responder, pela função que está exercendo na Seleção.

Ele se tornou presidente do Flamengo, na eleição à presidência, em 2018. Seu mandato começou com a tragédia do Ninho do Urubu, onde dez meninos das categorias de base morreram no incêndio das instalações, em janeiro.

No campo, o Flamengo foi campeão carioca, mas Landim demitiu Abel Braga, no início do Campeonato Brasileiro, contratando o português Jorge Jesus.

Veja mais no Blog do Alexandre Praetzel

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