Lana Del Rey: saiba mais sobre a diva “melancólica” do pop

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Lana Del Rey é a grande voz de 'Summertime Sadness' (REUTERS/Andrew Kelly)
Lana Del Rey é a grande voz de 'Summertime Sadness' (REUTERS/Andrew Kelly)

Durante a última década, Lana Del Rey se estabeleceu como a diva mais triste e perigosa do pop’, segundo a capa da Rolling Stones. Em seu sexto álbum, ‘Norman Fucking Rockwell’, ela canta sobre amores tóxicos e as mudanças no cenário político, além de um cover de ‘Doin Time’, do Sublime. A cantora, nascida em 1985, em Nova York, construiu um legado com grandes hits como ‘Summertime Sadness, ‘Video Games’, clipes grandiosos e fãs fiéis.

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Em 2008, Lana usava o nome Lizzy Grant - abreviação de seu nome real, Elizabeth Grant. Com a ajuda do pai e do produtor David Khane, a cantora lançou seu primeiro álbum, que foi um fracasso. Após ingressar na gravadora Interscope, Lizzy mudou seu nome para Lana Del Rey para lançar o single ‘Video Games’ na sua conta VEVO. A música da norte-americana viralizou na internet, marcando o início da era ‘Born To Die’, seu segundo álbum.

Após o lançamento de seu último disco, a cantora faz parte da trilha sonora da nova leva das ‘Panteras’, a ser lançado em novembro de 2019. A música 'Don't Call Me Angel’ também conta com a participação de Miley Cyrus e Ariana Grande nos vocais.

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Derrapada no ‘Saturday Night Live’

Porém, a fama mundial traz grandes responsabilidades: em meio a uma apresentação desastrosa no programa ‘Saturday Night Live’ - famoso pelos quadros de comédia e performances ao vivo - Lana foi ridicularizada por muitos. Mesmo assim, o álbum ganhou destaque mundialmente e, nos EUA, o remix de ‘Summertime Sadness’ chegou ao topo das paradas.

O álbum foi relançado com músicas inéditas, intitulado ‘Born To Die: The Paradise Edition’, que inclui uma versão do sucesso ‘Blue Velvet’ e os hits ‘Ride’ e ‘Dark Paradise’. Aqui, os fãs puderam conhecer melhor a estética anos 1950/1960 de Lana e do aspecto cinematográfico de suas composições.

Melancolia, sucesso e sorriso

O disco seguinte, ‘Ultraviolence’, mostrou o lado mais sombrio e melancólico da cantora. Produzido por Dan Auerbach, do ‘The Black Keys’, a coleção de canções melancólicas foi um sucesso de público e crítica e colocou Lana num novo patamar do pop. Em 2015, foi lançado ‘Honeymoon’, gravado no famoso Electric Lady Studios, em Nova York. A crítica considerou o disco mais maduro da cantora até então.

Em 2017, chegou ‘Lust for Life’. O álbum conta com seis participações especiais, de The Weekend a Stevie Nicks, do Fleetwood Mac. Com um tom mais leve, ‘Lust For Life’ também marca a primeira capa em que a cantora aparece sorrindo. Lana Del Rey já rodou o mundo com seus shows e se estabeleceu como uma diva pop madura e eclética, capaz de agradar diferentes públicos sem comprometer sua própria estética.

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