Kross critica Özil sobre acusar Federação Alemã de racismo


A Copa de 2018 não foi nada boa para a Alemanha. Vindo da conquista de 2014, a seleção alemã não conseguiu ter um bom desempenho e foi eliminada na primeira fase da competição, ao perder o último jogo, para a Coréia do Sul. Em entrevista ao 'Bild', o meia da seleção e do Real Madrid, Toni Kross, disse que pensou em se aposentar da seleção após a eliminação, mas disse que permanece para a próxima Eurocopa, em 2020. Kross ainda aproveitou para criticar seu parceiro de equipe, o meia Özil, que deixou a seleção, alegando racismo por parte da Federação de Futebol Alemã.

- A maneira com que Özil renunciou não foi correta. A parte em que ele alude a coisas (racismo) que não era necessário aludir, ficou ofuscada por um monte de estupidez. Creio que ele sabe que não tem racismo dentro da seleção e na federação. Pelo contrário, sempre apostamos na diversidade e na integração e, durante muito tempo, ele foi um exemplo disso - criticou o alemão

Kross revelou que já tinha pensado na aposentadoria da seleção alemã, antes mesmo da Copa começar e que, após a eliminação, voltou a cogitar a renúncia. O jogador explicou que precisa deixar de exercer algumas funções para poder manter o seu nível técnico e disse que conversou com o técnico Joachim Löw sobre o assunto e que o treinador entendeu o seu lado.

- Antes da Copa do Mundo, eu senti, e ainda acredito, que eu preciso de mais rupturas, do que nos últimos cinco ou seis anos, para continuar mantendo o mesmo nível - finalizou o meia






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