Keno estará de volta contra o Fla e rechaça que haja dependência dele para o Galo marcar gols no Brasileiro

Valinor Conteúdo
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A pressão sobre o Atlético-MG após quatro jogos sem vitória já pode ser percebida pelo humor menos feliz do seu torcedor. Até protestos contra o time, mesmo estando na terceira posição no Brasileiro foram presenciados.

A equipe mineira vai tentar se recuperar domingo, 8 de novembro, às 18h15, diante do Flamengo, pela 20ª rodada do campeonato, a primeira do returno.

E, o Galo contará com o retorno do atacante Keno, que cumpriu suspensão contra o Palmeiras pelo terceiro cartão amarelo. O artilheiro do time alvinegro, diz entender a insatisfação da torcida e que ela pode ser um incentivo a mais para a reação do alvinegro.

-Bom também, a pressão motiva também a gente. A gente tem que colocar a cabeça no lugar que a gente deu uma caída. Essa pressão tem que chegar para o grupo se reunir, sentar e conversar, porque se a gente colocar isso na cabeça, dentro de nós, a gente vai chegar em campo e conseguir colocar em prática. Eles apoiaram, mas tem hora que eles também protestaram, pedindo raça. Pressão a gente tem em cada jogo - disse Keno.

O ataque do Atlético-MG passou em branco nos dois últimos jogos, contra Palmeiras e Sport, aumentando a tensão dos atleticanos, já que a equipe é a segunda do Brasileiro em números de gols, com 31 marcados em 19 partidas.

A falta de gols incomoda os jogadores de frente e Keno diz que há uma cobrança entre eles para voltar a marcar e ajudar o time e vencer novamente.

- A gente se cobra muito, os atacantes, a gente sabe que tem que fazer gol. Eu me cobro muito, o Sacha se cobra muito, o Savarino, o Marrony. A gente treina muito, mas na hora do jogo acontece de a gente chegar ali e errar. Errar é humano, mas a gente tem que concentrar mais. O objetivo é de concentrar mais, porque a chance vai aparecer e a gente poder fazer o gol-disse.

Keno é o artilheiro do Galo no Campeonato Brasileiro com oito gols marcados e rechaça que haja algum tipo de dependência do seu futebol em campo.

- Não, eu acho que o Atlético não depende só de mim, tem muitos jogadores qualificados no time do Atlético. Eu acho que eu ajudo, quando eu estou em campo eu ajudo bastante. Se eu não estiver, eu sei que quem for estar no meu lugar vai ajudar também. Então, é descansar agora, ver o que o Sampaoli tem para nos dizer essa semana e que a gente possa fazer um jogo diferente contra o Flamengo-concluiu.