Juventus da Mooca perto de ser vendido a grupo italiano

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Garotos do Juventus em ação em um dos últimos jogos antes da possível venda (Ettore Chiereguini/AGIF)

Depois de Cruzeiro e Botafogo, o próximo clube brasileiro a ter dono deve ser o Juventus, um dos mais tradicionais times de São Paulo. A empresa Almaviva, de origem italiana, só depende da aprovação de conselheiros e sócios para adquirir 90% das ações do Juventus Sociedade Anônima do Futebol.

A reunião que definirá o futuro do Moleque Travesso está marcada para segunda-feira. O acordo entre clube e investidor foi conduzido também por Gustavo Vieira de Oliveira, advogado que já trabalhou como homem forte do futebol do São Paulo e participou da transformação do Botafogo-SP em clube-empresa.

Quinto maior grupo privado italiano em número de empregados pelo mundo, a Almaviva conta com aproximadamente 45 mil funcionários, sendo 10 mil na Itália e 35 mil no exterior, incluindo o Brasil. 

As tratativas do Juventus são com Marco Tripi, dono da multinacional. Tripi está convencido de que é possível devolver o Juventus a seus melhores dias e transformá-lo numa empresa saudável e rentável. Em caso de aprovação, o Moleque Travesso será o primeiro clube da multinacional, que atua no setor de tecnologia de informação e comunicação.

Em 2020, a Almaviva apresentou um volume de negócios equivalente a 891 milhões de euros ou R$ 5,6 bilhões, na conversação de hoje.

O Juventus atualmente disputa a segunda divisão do Campeonato Paulista e não tem divisão no Brasileiro. 

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