Justiça espanhola arquiva nova denúncia contra Messi e sua fundação

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Lionel Messi celebra a conquista da Copa América com a Argentina, no Maracanã
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A justiça espanhola arquivou uma ação contra o argentino Lionel Messi, atacante do Barcelona, e sua fundação feita por um homem que os acusava de sonegação de impostos, fraude fiscal e lavagem de dinheiro, anunciou o Supremo Tribunal Nacional nesta sexta-feira.

O responsável pela ação, um argentino chamado Federico Rettori que afirmava ter trabalhado para a fundação de Messi, já tinha aberto um processo em 2019 pelos mesmos motivos, que também foi indeferido.

Rettori, que mora na Espanha, recolheu mais documentação sobre o caso e em setembro de 2020 denunciou novamente o jogador de futebol, o pai e o irmão de Messi e a fundação, novamente sem sucesso.

“Não foi comprovada a existência de qualquer atividade criminosa por parte dos acusados”, escreveu o juiz encarregado do caso.

Em sua reclamação inicial de 2019, Rettori alegou que os recursos recebidos pela fundação para teoricamente “serem usados em ações sociais” haviam finalmente sido “desviados para outras atividades privadas ou para contas bancárias diferentes das declaradas pela fundação”.

A investigação de um tribunal superior de Madrid, também estabeleceu que, "na realidade, o queixoso não tinha uma relação de trabalho" com a organização do atacante argentino.

De acordo com o magistrado, Rettori presidiu uma associação denominada El Buen Camino que recebeu da fundação Messi um total de 150.000 euros (177.000 dólares) entre 2014 e 2015 para combater a mortalidade infantil em Serra Leoa, um projeto que foi abortado pela epidemia de Ebola naquele país.

emi/rbo/dbh/mar/lca

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