Justiça australiana aceita recurso e Djokovic joga o Australian Open

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Juiz concedeu permissão para que Djokovic permaneça na Austrália e jogue o Australian Open. Foto: Meng Dingbo/Xinhua via Getty Images
Juiz concedeu permissão para que Djokovic permaneça na Austrália e jogue o Australian Open. Foto: Meng Dingbo/Xinhua via Getty Images

Depois de muita confusão, indefinições e toda a mídia voltada para o caso, o tenista sérvio Novak Djokovic recebeu a permissão para seguir na Austrália e disputar o Australian Open, mesmo sem estar vacinado.

Pela decisão, o motivo para que o recurso do número um do mundo fosse aceito é que foi dado um tempo muito curto pela Força de Fronteira, para que Djoko resolvesse sua situação.

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A decisão foi tomada pelo juiz Anthony Kelly que ordenou a liberação imediata da detenção na imigração, além de revogar a decisão de cancelar o visto temporário. O governo australiano terá que arcar com suas custas e “todas as providências necessárias para liberar o requerente imediatamente”.

Apesar da vitória de Djoko nos tribunais, o governo do país da Oceania já disse que vai recorrer da decisão. Segundo o ministro da imigração do país, Alex Hawke, caso Djokovic tenha novamente o visto cancelado, ele pode ser proibido de entrar na Austrália pelos próximos três anos.

Um erro cometido na sala de imigração foi o ponto chave para permitir a liberação do eneacampeão do grand slam australiano. Um oficial da Força de Fronteira disse ao sérvio que ele tinha três horas, entre às 05h30 e às 08h30, para consultar advogados antes de tomar qualquer decisão em relação ao cancelamento do seu visto.

Porém, um erro fez com que ele tivesse 48 minutos a menos, o que levou o juiz a liberá-lo para a disputa do torneio.

Uma das argumentações da defesa do tenista foi que ele testou positivo para a Covid em 16 de dezembro e por isso tinha a excepcionalidade médica necessária para entrar e disputar o primeiro Grand Slam do ano. Só que o limite para o pedido da excepcionalidade era até dia 10. Segundo a defesa, houve autorização do próprio torneio e do estado de Victoria.

Já o governo australiano afirmou que o fato de ter se infectado no último mês, não seria suficiente para liberar a entrada de alguém que não se vacinou no país.

O Australian Open começa na próxima segunda-feira (17) e tem final marcada para o dia 30 de janeiro.

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