Justiça determina retorno de Bruno à prisão após flagra de reportagem

Goleiro Bruno, que tem contrato suspenso com o Boa Esporte, deverá retornar à prisão (Foto: Reprodução/Twitter)

Justiça determina retorno de Bruno à prisão após flagra de reportagem

Goleiro Bruno, que tem contrato suspenso com o Boa Esporte, deverá retornar à prisão (Foto: Reprodução/Twitter)


Nesta sexta-feira, a Justiça da cidade de Varginha determinou o retorno de Bruno ao presídio da cidade e suspendeu seu direito de trabalho externo. O goleiro foi flagrado por uma reportagem local em companhia de duas mulheres em um bar, além de uma lata de cerveja na mesa.

Bruno exercia trabalho em obras da Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac), onde está preso. Além disso, ele tinha direito a aceitar empregos fora da instituição.

Uma reportagem da TV Alterosa, que é afiliada local do SBT em Varginha, flagrou o goleiro em um bar. Além da companhia das mulheres e a lata de cerveja na mesa, o vídeo mostra uma conversa de Bruno em aplicativo falando sobre a rotina de trabalho externo. Um dos pontos citados pelo jogador é o acesso a telefones e bebidas alcoólicas.

Vale lembrar que, no início do mês, a Justiça tinha atualizado o atestado de Bruno, permitindo ao goleiro pedir a progressão de pena (a partir do dia 13 de outubro) para o regime semiaberto domiciliar. Com o ocorrido, ele deve permanecer dentro do presídio até que haja nova apuração sobre o ocorrido ou que a progressão seja concedida.





Advogado de Bruno, Fábio Gama disse ao portal G1 que o episódio não apresenta quaisquer irregularidades por parte do goleiro. Segundo o representante, o jogador tem acesso a um celular coletivo de uso dos detentos na Apac. Ele nega que o arqueiro tenha feito uso de bebidas alcoólicas.

- Estamos tranquilos com o que vem pela frente, porque nós temos certeza absoluta de que ele não ingeriu bebidas alcoólicas e que aquelas mulheres que ficam lá como mulheres não são garotas de programa, não tem nada a ver com isso. O Bruno não tem celular. Existe um celular lá que é um celular coletivo, que é autorizado pelo método Apac, ligar para a família, duas vezes por semana por 10 minutos, para cada preso - afirmou.

Bruno foi preso em 2010 e condenado em 2013 a 22 anos de prisão pelo planejamento da morte da modelo Eliza Samúdio - que, na ocasião, estava grávida de seu filho. Além disso, o ex-goleiro responde também pelo sequestro e cárcere privado de seu filho Bruninho.




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