Judoca campeã olímpica mostra marcas de agressão e acusa técnico

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A judoca francesa Margaux Pinot, 27, publicou nas redes sociais uma foto na qual aparece com o rosto bastante machucado e acusou seu companheiro e treinador, Alain Schmitt, de agressão.

De acordo com o relato de Pinot, atleta da categoria até 70 kg e campeã olímpica por equipes nos Jogos de Tóquio, ela foi insultada, levou socos, teve a cabeça batida no chão várias vezes e foi estrangulada no último fim de semana.

Ele nega as acusações de agressão.

"Achei que estivesse morta, mas consegui fugir para me refugiar com meus vizinhos, que imediatamente chamaram a polícia. Tenho vários ferimentos, incluindo um nariz quebrado e 10 dias de interrupção temporária do trabalho", escreveu.

Schmitt, 38, chegou a ser detido no último domingo (28), mas foi liberado pela Justiça, o que provocou a indignação de Pinot.

"De que vale a defesa caluniosa contra minhas feridas e o sangue espalhado no chão do meu apartamento? O que estava faltando? Morte no final, talvez? Provavelmente foi o judô que me salvou. E meus pensamentos também estão com aqueles que não podem dizer o mesmo."

A judoca recebeu mensagens de apoio de companheiros da seleção francesa, como Teddy Riner, e também da brasileira Rafaela Silva.

Schmitt, ex-judoca da seleção, treinou ainda Madeleine Malonga, integrante da equipe francesa em Tóquio e medalhista de prata na categoria até 78 kg.

O judô francês é um dos mais tradicionais do mundo e ganhou oito medalhas no Japão, atrás apenas do país-sede no quadro de conquistas do esporte.

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